Autor de vários êxitos  no mercado, como as de Mamukueno  “Eza Ku Nguiambela”, “Kakixaka” de Bangão, “Kátia” de Konde, “Porquê” de Mátias Damásio, “Fim de Semana” de Yola Semedo, entre outros hits produzidos por si, Caló Pascoal é sem dúvidas uma das referencias do panorama musical. Músico, Produtor  e se podemos dizer “caçador de talentos”, por ser  o responsável pelo surgimento das muitas vozes femininas do nosso seio  musical.

Começou  nos anos 90 como bailarino no grupo Necaf  Brothers, onde o género musical era kuduro.  Em 2002  lançou o seu primeiro disco a solo  “Fé”, que teve como destaque os temas “Está Amarrado”“Onde Estás Rosita”.

Três anos depois publico a  sua  segundo obra  “Santa aMariazinha”, que integrou as músicas “Fim do Mundo”“Titiriti”, “Água da Chuva”,“Kizomba da Madrugada”, “Manteiga”“Quebra Galho”, entre outras faixas.

Porém em  2007, coloca nas bancas o disco do projecto  “Eu e Elas”, uma parceria com 9  vozes femininas desconhecidas.  Um ano mais tarde coloca no mercado “Esperança Sagrada”, cujo destaque foi a canção “Meninas de Hoje”, original de Massano Júnior  e em 2010 l o disco “Caló Pascoal e Amigos”.

Em 2012, Caló regressa com o projecto Angola Tropical Show, que junta vários músicos num so trabalho,  cujo o primeiro disco foi colocado recentemente  no mercado com o título  “ O Santo Desconfia”, orçado em 80 mil dólares e estreia no mundo da música Belisse dos Santos.

Platina Line-Após anos de ausência regressa com um novo álbum e projecto?

Caló Pascoal-Sim, com a Belisse dos Santos. O nome do álbum é “O Santo Desconfia” e o grupo  Angola Tropical Show.

Vai deixar de cantar a solo?

Nesta temporada será somente Caló Pascoal e Belisse dos Santos! Sempre tive ideia de fazer um grupo similar ao Cabo Verde Show de Mano Lima. E como também sou fãs deste músico que é um grande produtor, então foi um desejo  fazer  um projecto  igual ao Cabo Verde Show. Faltaram  apenas oportunidades e pessoas para dividir comigo este projecto. Mas quando conheci a Belisse  depois de começarmos a trabalhar   e ouvir o timbre dela, gostei da forma dela de cantar  e disse “olá! acho que consegui  a pessoa certa para abrir, ou para fazer parte do Angola Tropical Show, para ser a primeira figura, a primeira voz …”. Daí começamos a gravar as primeiras músicas. Depois  peguei na faixa  “O Santo Desconfia”  e  metemos como a promocional do disco. Com o  resultado do “Santo Desconfia”,  notei que afinal estávamos no caminho certo! Tínhamos de levar mesmo adiante o Angola Tropical Show.

Mas não significa dizer que o Caló Pascoal vai deixar de fazer os seus álbuns a solo, não!  é como o Cabo Verde Show, o Rene Cabral tem o seu álbum a solo, assim como o Mano Lima. Nos Kassav , Jean-Philippe Marthely  tem o seu álbum a solo, assim como Jocelyne Beroard  e Jean-Claude Naimro, mas depois se  juntam para o álbum dos Kassav.  O Angola Tropical Show  é como os Kassav, também é um grupo e posteriormente havemos de aumentar os membros. Estamos  a preparar uma banda, por enquanto  será somente Caló Pascoal e Belisse dos Santos. Como empréstimo estamos a trabalhar com Grace Évora, Jin Job, Johnny Fonseca, Dina Medina, Zé Mueleputo, Nanuto, Joãozinho Morgado, Quintino e  Milena Tavares. Portanto este é o primeiro pontapé de saída  de Caló Pascoal e Belisse dos Santos do grupo Angola Tropical Show.

O próximo ano há-de sair  o álbum a solo de Belisse dos Santos. Aliás,  a Quebra Galho e o Club Mais esta a pensar colocar  um álbum de boas festas para o povo angolano que  incluirá  num álbum algumas músicas americanas interpretadas pela Belisse no estilo kizomba, ou na linhagem de “Hello”,  faixa número  4 do álbum O Santo Desconfia.

Quais os objectivios preconizados com este álbum?

Enriquecer a música angolana sempre foi o meu objectivo, portanto é o  desenvolvimento da nossa música,  passar mensagens positivas, que não é só no sentido da produção ou instrumentalização, mas também o de transmitir  mensagem  de amor ao próximo e relevantes à  sociedade,  como falar de alguns aspectos sociais que vivemos  e que muita  agente acha que é impossível as suprir mas hoje pela música nós podemos mostrar  as pessoas que é possível!

Neste álbum há músicas como Ngana Landa,  a número 8, ou Ngana Landa Yesso , que quer dizer em português- seguirei Jesús, para as pessoas que acham  que o dinheiro é tudo na vida, e não  valorizam  uma amizade,  e o amor ao próximo. No meu caso,  não acontece comigo e prefiro seguir Jesús, é o que retrata esta letra. É uma letra semelhante ao O Santo Desconfia, também tem mensagens muito positivas.

A pirataria lhe preocupa?

Tudo aquilo que é contra a lei preocupa qualquer cidadão. Eu como cidadão devo me preocupar com tudo aquilo que é contra a lei. E a pirataria é contra a lei, viola as normas jurídicas,  então qualquer violação as normas jurídicas os efeitos preocupam a sociedade e  o Estado. É nossa missão combate-lá  e ajudar o Estado. É um mal que  afecta  o mundo, e não somente em Angola. Mas acredito que a nossa sociedade tudo está  a fazer para suprir esta lacuna no que diz respeito as sanções a aplicar  as pessoas que fazem  a pirataria para os desencorajar.

Tem descoberto  ou trazido ao mundo da música muitas vozes femininas… como as descobre?

Elas acabam ir ter comigo, porque não sou eu quem  vai ter com elas. Tudo bem que eu estou aí de pé e as pessoas dizem “epá eu acho que o Caló consegue me por lá em cima”. As pessoa vão com uma fé e acho que só faço aquilo que Deus manda fazer! Por isso é que dá certo! No caso da Gisela Silva, ela foi ter comigo e disse “Caló já lancei um álbum e não atingi o sucesso que esperava. E tenho a certeza que contigo hei-de o alcançar. Por favor ajuda-me!”. Eu até fiquei um pouco pasmado “óh! mas ela veio assim com tanta convicção de que eu hei-de conseguir pó lá em cima”,  então,  ela já trouxe uma fé. Quem salva as pessoas não é sou eu, mas a fé que a esta pessoa traz. E  aconteceu  que quando gravamos o primeiro álbum “Amor  Veneno”,   lancei primeiro uma música “Eu Vou Xinguilar”,  escrevi a letra, fiz os coros e aqueles truques todos e a Gisela interpretou-a  e tão logo virou um sucesso! Fomos felizes! Quando o álbum saiu, foi bem vendido e até hoje é explorado o “Amor  Veneno”, embora devia ser mais explorado pela produtora que hoje trabalha com ela.

Com a Belisse dos Santos foi a mesma coisa. Quando ela ligou prá mim disse que já bateu muitas portas e já não tinha hipótese. Quis desistir e achou que eu seria a pessoa ideal prá a  lançar. Ouvi-lhe  a cantar  a  música da Beyonce e gostei. Mandei-lhe cantar uma outra e também  gostei. Pedi para ela ir  ter comigo em  minha casa e vi-lhe a  cantar  e disse “não ela tem talento, tem um timbre vocal bom,  vou apostar”, mas esta aí a fé. Na altura em que ela ia desistir achou que comigo talvez a solução estaria na minha mão. Eu fico feliz por isso,  embora a solução não é minha mas sou um instrumento de Deus, é Deus que faz com que essas músicas funcionem.

A Ely  Constantino do “Me Tiraram a Vaidade” foi a   mesma  coisa.  O álbum ainda não saiu mas a música já é um sucesso. Esses são os artistas que pertencem aos novos talentos da minha produtora. Embora também  já trabalhei  com artista como Lulas da Paixão na faixa “Garango  kamba dia aka maka…” que foi um grande sucesso e produzida por mim; O Mamukueno  “Eza ku Nguiambela”  também foi produzida por mim, O Mátias Damásio “Porquê” foi produzida por mim, O Cristo está aí com uma música que há 3 anos toca “És mar, és lua, és a natureza” , O  Konde e os seus grandes sucessos “ Kátia” e “Também me Amavás”  foram produzidas por mim.  A Yola Semedo tem uma música “Já é fim de semana,  o picante comanda” foi produzida por mim, assimo como “Ka Kishaka” de Bangão. É uma série de músicas. Deus é grande, porque essas obras não seriam possível  o homem por si só, dá  certo porque tem a mão divina, a mão da comunicação social, tem a mão do povo que recebe o trabalho com tanto carinho. É  uma extrutura  de uma grande organização que está  por detrás disso tudo.

Quanto custou a produção do disco?

Este álbum esta orçado em 80 mil dólares pela sua estrutura. Fizemos o vídeo clip na África do Sul, em Sun City na cidade de Pretória. A edição  foi em Portugal   e usamos um material para a   capa  “super  geu bô” não é uma capa normal.  As fotografias foram feitas ao ar livre que custam  muito mais. Os  sul  africanos que fizeram o trabalho tiveram os seus custos, a Media Center  que  é a empresa que trabalhou connosco na realização e designer  na parte da estrutura do álbum também teve  os seus custos.  A empresa moçambicana que  fez o vídeo clip, a  MG, tivemos de levá-los  à África do Sul e custeámos a hospedagem, as passagem, potanto foi um trabalho que gastou um bom dinheiro mas valeu apenas, porque o público recebeu de bom agrado o projecto, o que para nós é uma grande alegria.

"A minha adolescência foi turbulenta,."

É um dos  rostos da nova era da  moda em angola. Tendo inciado a sua carreira aos 17 anos em angola, pode-se dizer que Sharam Sharam Diniz, tem vindo a criar um caminho de forma sólida e acredita-se  que ira  tornar-se  num dos nomes mais fortes da moda angolana e  do mundo. , foi eleita em 2010,2011 como melhor modelo angolana no moda luanda, é novo rosto da Unitel, e recemente foi nomeada como diva da Moda. neste momento está em Nova York onde fará trabalhos para uma  importante marca Europeia. 


 É uma jovem que tem os pés na terra e que irá calmamente conquistar um lugar na moda. Desfrute com exclusividade, a Entrevista com Sharam Diniz conduzida por Sarchel Necesio 

 

Sharam-Sharam Diniz, nome lindo e exótico, Sharam. É assim mesmo que está registada?

Sim, o nome é de origem Perso/Árabe, e significa “modéstia, timidez”.

19 anos, Top Model, melhor modelo angolano pelo Moda Luanda, melhor modelo do Super Model of the World, em Portugal, vencedora do Face of Office, do Look Magazine Model Search, em Londres. Estamos diante de um mito e de uma diva da moda internacional?

 Digamos, apenas, que se trata de uma menina/mulher de sorte, que conseguiu alcançar todos esses títulos num curto espaço de tempo.

 

 


 Há quanto tempo começou com a carreira de passarelas ?

 

Comecei há dois anos atrás, com 17 anos. Já recebia propostas para desfiles desde os 14 anos, mas só decidi tentar a carreira aos 17 anos, em Luanda, quando assisti ao Angola Fashion Week, e fui muito estimulada e apoiada pela Karina Barbosa, da Step Models.

 


Quais as principais barreiras que enfrentou   no início da sua carreira?

 No começo, tive que vencer a falta de auto-estima e de confiança, o que me trazia insegurança.

 

 


Ainda  existem , nesta fase?


A auto-estima já não é problema. Mas a insegurança ainda está presente em alguns castings, o receio e o nervosismo de não estar entre as melhores e de me decepcionar.


Os seus pais,  confiaram no seu talento ?

 Os meus pais… bem, de início foram as minhas barreiras, mas agora são a minha “claque” (risos). Tanto o meu pai como a minha mãe temiam que uma carreira de modelo impedisse os meus estudos. Mas a minha convicção com essa carreira levou a um comproSharam-Sharam3misso mútuo: Eu concilio a vida de modelo com a vida académica, e eles estão do meu lado. Na verdade… eles estariam sempre do meu lado, porque só querem o meu bem.

 


Qual foi a sua primeira impressão do mundo da moda?

 


 A existência de muita rivalidade e competição.

Como é a vida de modelo?

 


 Não é uma vida fácil. Muitas vezes temos de abdicar de outras actividades, até de diversão, por causa do trabalho. Passamos a ter regras alimentares. O cuidado com a nossa imagem é fundamental. Em ambiente público, a Sharam-modelo tem de comportar-se de forma especial, com auto-vigilância sempre presente.

E qual é a parte mais incrível de estar “modelando”?


 A agitação dos bastidores antes do show começar, aquele frio na barriga, o coração aos pulos, e a sensação de “poder” quando se está em cima da passarela.


O mundo da moda é preconceituoso?

 Não deixa de ser. Mas nem sempre, para mim, pela cor da pele. Há outros motivos de preconceito, como se o cabelo é comprido ou curto, se o peito é grande ou pequeno, e por aí além.

Mas você já foi alvo de algum tipo de preconceito?

Sharam Diniz: Sim, já fui. Por exemplo, quando uma opção de trabalho me levou a Toni and Guy, uma equipa de cabeleireiros famosa no Reino Unido, não passei no casting por estar a usar extensões de cabelo.


  Que modelo te inspira?


Sharam Diniz: Naomi Campbell. Porque, sendo negra, conseguiu conquistar uma posição entre as melhores “Top Model International”. E porque me dá mais motivação e coragem para enfrentar os preconceitos.

Quais são os seus designers ou marcas favoritas?

Sharam Diniz: Em Luanda existem excelentes designers, que eu não gostaria de indicar, para não cometer injustiças. No exterior, aprecio Karen Millan, Marc Jacobs-Louis Vuitton, Alexander McQueen, Christian Dior e Ralph Laurent.

Que momento da sua carreira vai ficar para sempre na sua memória:

Sharam Diniz: A carreira ainda é curta, mas eu não vou esquecer a fase final do concurso Super Model of the World, da Ford Models International, em São Paulo, Brasil, em Janeiro deste ano. Eram 38 concorrentes, meninas/mulheres belas, de outros tantos países, de quatro continentes. Pela primeira vez perdi uma batalha, mas estive muito perto de ganhar. E tive o lindo suporte da presença da minha família e amigos, com destaque para minha mãe, e para Karina Barbosa da Step Models. Com tudo isso, aprendi muito para o meu futuro. Nunca vou esquecer.

E quais são os seus planos daqui para a frente?


Sharam Diniz:
Acabar a Universidade e continuar a trabalhar como modelo.

Como é lidar com o glamour e o luxo do mundo da moda?

Sharam Diniz: Não é fácil, porque, no começo, ficamos deslumbrados com a beleza ambiente e com uma aparente riqueza. Mas graças a Deus não me faltam conselheiros, como por exemplo o meu irmão, que está próximo, e os meus pais, embora longe, a chamar-me à terra, e a mostrar-me que todo esse mundo é fictício, e que a realidade é diferente.

 


Até que ponto a fama, o dinheiro e o status trazem felicidade? 

 

 


Sharam Diniz: Se tivermos com quem partilhar tudo isso, é óptimo, mas sem amor, nada vale a pena. E quando me refiro a amor, não é necessariamente um parceiro, mas também outras pessoas, com quem possamos contar sempre, e com quem possamos partilhar os altos e os baixos da vida.

Como era a sua vida em Angola? Porque deixou o nosso país?

Sharam Diniz: A minha vida em Luanda era normal, com a família, os amigos, os estudos, a escola, a praia, as festas, e o quotidiano da cidade. Fui ao Reino Unido para aperfeiçoar o meu inglês, mas depois concluí, e os meus pais concordaram, que seria bom continuar os estudos no exterior. E a minha carreira de modelo também foi beneficiada com esta decisão.

E como é a vida em Leeds?

 


Sharam Diniz: Completamente diferente da de Luanda. A começar, logo de manhã, pelo transporte para a Universidade, nada de motorista para me levar à escola (risos) mas sim, muito cedo, apanhar o “bus” ou o “train” para chegar a tempo às aulas. Os trabalhos de modelo são normalmente em Londres, então há que viajar de comboio. Leeds é uma cidade universitária, calma, mas a minha vida, como expliquei, tem uma certa agitação.

 

 


E a opinião das pessoas em relação ao que faz tem sido positiva?

Sharam Diniz: Sim, tem sido bastante positiva pelo que dou graças a Deus. A opinião dos profissionais com quem trabalho, e dos amigos, dos fãs e da família têm sido um grande incentivo para o que faço, e influenciam o meu desempenho e o meu crescimento. Mas as críticas, boas ou más, são sempre bem vindas.

 

 

 

 

Continua a estudar? Se sim, qual é o curso que faz?

Sharam Diniz: Sim, continuo. Estou na  Universidade de Leeds, em Gestão e Produção de Eventos. Tem a ver com a minha carreira profissional e abre-me portas para outras áreas de grande expansão, em Angola e no mundo, como o Turismo.

 

 Quais são os seus grandes desafios? 

Sharam Diniz: A minha intenção é trabalhar arduamente dia após dia, e a minha meta é atingir os patamares mais elevados da carreira das top models, talvez nesta nova geração a que pertence a Chanel Iman.

 


VIDA PESSOAL

Assusta-a a ideia de envelhecer?

Sharam Diniz: Não. Se seguir os passos da minha mãe (risos), e mantiver certos cuidados, serei uma idosa bem conservada. E a aparência física não é tudo, a nossa atitude e os nossos “feitos” fazem que sejamos, ou não, pessoas bonitas.

Que cuidados tem?

Sharam Diniz: Confesso alguma preguiça em relação a exercícios físicos. Cuido da alimentação, com frutas, yogurtes, saladas e grelhados. Mas… não consigo resistir a um “Ferrero-Rocher” (risos).

Se pudesse o que mudava em si, no seu corpo ou feitio?

Sharam Diniz: Aprendi a gostar de mim, do meu corpo, tal como sou, mesmo com as suas imperfeições. Mas quanto ao feitio, alguns amigos dizem-me que sou orgulhosa, e talvez tenha que me corrigir.

O que não suporta no sexo oposto?

Sharam Diniz: Machismo.

Qual é o seu crime diário?

Sharam Diniz: Batatas fritas de pacote.

O que seria capaz de fazer por amor?

Sharam Diniz: Depende do género de amor.

Como reage a cantadas e assédios?

Sharam Diniz: Há uma grande diferença entre os primeiros e os segundos. Quanto às cantadas, se não forem muito insistentes, até gosto, enchem o meu ego, fazem-me pensar que sou uma mulher interessante. Mas quanto aos assédios, que são uma coisa maldosa, é diferente. Quando os pressinto, já me preparo para me defender do perigo.

Diante da teoria de que todo o mundo é ciumento, de 1 a 10, que nota daria aos seus ciúmes?

Sharam Diniz: Não concordo que os ciúmes possam ser medidos. Mas quando gosto, sou bastante ciumenta.

Sabe cozinhar?

Sharam Diniz: Não. Ovos estrelados e mexidos são a minha especialidade máxima (risos).

 


Gosta de sair para dançar? Que casas nocturnas costuma frequentar? Ou isto não é possível por causa dos assédios?

Sharam Diniz: Adoro dançar e às vezes vou divertir-me em discotecas. Osassédios não me preocupam, porque sei defender-me.

: A cultura angolana está presente no seu dia a dia, de alguma maneira?

Sharam Diniz: Sempre. Como estudo no Reino Unido, e vivo numa casa com o meu irmão e uma prima, ambos mais velhos, ouvimos constantemente música da nossa terra e procuramos notícias de Angola. E, nos fins-de-semana, quando possível, preparamos comida angolana e vamos a pequenas festas com angolanos.

O que a família representa para si? Como é sua relação com ela hoje?

Sharam Diniz: A minha família é o meu suporte, ou seja, é tudo para mim. Hoje em dia, passada a fase mais complicada da adolescência, a nossa relação é muito afectiva, com permanente troca de mensagens e telefonemas. E quando estamos juntos, para compensar as ausências, é uma festa.

Como foi a sua adolescência? Você era feliz com o seu corpo? Ou queria mudar alguma coisa?

Sharam Diniz: A minha adolescência foi turbulenta, porque me sentia inferiorizada em relação às outras meninas. Na escola, sempre a mais nova da turma, mas a mais alta e magra. Nas festas, os rapazes não me convidavam para dançar, por causa da altura, e olhavam mais para as minha colegas e amigas, que já tinham formas, e peito, e eu não tinha (risos). E havia também o aparelho de correcção dos dentes, que uns achavam engraçado, e outros, horrível. Foi um tempo complicado.

 

O que normalmente toma no café da manhã?

Sharam Diniz: Com tempo, leite com cereais, ou chá com tosta. Sem tempo, saio com um yogurte ou uma peça de fruta na carteira, ou barras dietéticas.

Qual é a oportunidade que ainda não teve e gostaria de ter?

Sharam Diniz: Ser capa da Revista Vogue, ou, ainda, poder desfilar como uma das “Angels de Victoria Secrets”.

Como é actualmente a sua vida?

 


Sharam Diniz: A minha vida é uma competição diária. Luta-se pela sobrevivência no mundo da moda. Derrubam-se barreiras no meu dia-a-dia. Às vezes pergunto porquê: Mas a verdade é que o nosso mundo é assim, e há que enfrentá-lo.

 



A anorexia e a bulimia são os grandes males das meninas pretendentes a modelos. Como você encara isso? E o que tem feito para ajudar as vítimas desses males?

Sharam Diniz: São efectivamente, duas ameaças sempre presentes no mundo da moda, e tenho plena consciência dos seus perigos. Algumas meninas querem transformar as suas características físicas, esquecem o perigo dos métodos que usam, e acabam vítimas desses terríveis males. O que eu faço é aconselhar as outras a gostarem de si próprias, a aceitar-se como são, e a considerar que todas têm a sua oportunidade, e que serão requisitadas de acordo com o seu perfil.

 

 


O câncer da mama é um dos grandes males que acomete as mulheres. Tem feito exames de forma regular? E, já agora, que conselho deixa para as outras mulheres?


Sharam Diniz:
Faço, com frequência, o meu auto-exame da mama, e todos os anos faço um check-up. Aconselho todas as mulheres a fazerem o mesmo, e a preocuparem-se com a saúde interior, e não só com o aspecto físico.

Qual a sua opinião em relação à legalização do aborto?

Sharam Diniz: Acho que toda a mulher tem o direito de escolher se quer ou não ser mãe, e quando. Mas esse direito deve ser exercido de forma consciente, e sempre em tempo oportuno. O recurso ao aborto envolve perigos fisiológicos, físicos, psíquicos e sociais, que as mulheres devem evitar a todo o custo.

Qual a sua opinião em relação à legalização do casamento gay?

Sharam Diniz: Deus criou Adão e Eva e acho que assim deve ser (risos). Não sou contra as relações entre indivíduos do mesmo sexo, quer eventuais, quer permanentes. Mas transformá-las em “casamento”, como aquela “família” tradicional em que crescemos e que aprendemos a respeitar, vai uma grande diferença, e um mundo de questões que a humanidade ainda não resolveu.

Que atitude considera que cada angolano pode tomar para lutar contra a situação de fome que existe em Angola?

Sharam Diniz: A frase “situação de fome que existe em Angola” parece-me conter uma generalização menos correcta. Em todo o caso, o angolano tem dois caminhos principais para minimizar as carências existentes. O primeiro, é exercer os seus direitos de cidadão, no campo da opinião, e no campo da política. O segundo, é participar de todas as iniciativas de solidariedade que a sociedade civil desenvolve para ajudar os que precisam.

 

 

 

 

O Meu  Bilhete Platinado 


 

Fui registrado como... Sharam-Sharam E. Da Conceição Diniz

Nasci aos... 2 de Março de 1991

Sou natural de... Luanda

Apelido: da Conceição

Se eu fosse uma cor, eu seria… Rosa.

Sou viciado em… Ferrero Rocher

O que não gosto  em meu corpo: aprendi a gostar de mim como sou

Uma mulher incrível: A minha mãe

Um homem incrível: tenho três o meu pai biológico, o meu pai de criação e o  meu irmão.

Se eu pudesse entrar em um filme, entraria em… Gladiador.

Se eu fosse uma música, eu seria… July by Drake

Lugar para fazer amor: qualquer lugar desde que esteja acompanhada pela pessoa amada

Perfume: Angels & Demons

Prato predileto: não tenho, mas adoro um bom funge de calulu e também uma boa mariscada.

Não vivo sem: a companhia agradável dos meus amigos

Meu sonho é trabalhar com... As grandes marcas da história da Moda

Karina BARBOSA : alguém que muito respeito e tenho um carinho especial. Só tenho a agradecer pelas portas que me foram abertas e a confiança que depositou em mim... obrigada.

MEU PAI: É sem dúvida o meu melhor amigo e conselheiro, é inevitável dizer que o amo ... e mais do que tudo soube ensinar-me as coisas básicas da vida.


 


 

Licenciada em Direito mas com uma paixão por comunicação Karina Gonçalves é um dos rostos da televisão angolana. Rosto da movicel desde 2005, com duas novelas e dois programas de entretinimento na bagagem Kariana Gonçalves encontra-se actualmente a residir em Lisboa. A platina Line conversou com ela para mais uma “Grande Entrevista Unitel”


 

 

Como está ser viver em Lisboa?

Estou a gostar imenso, tenho estado a trabalhar e a fazer pós-graduações, tem-se consubstanciado num conjunto de experiências enriquecedoras.

 

      E está a trabalhar em televisão?

Tenho feito algumas colaborações para o canal económico português - ETV. E fiz uma pós-graduação em Ciências da Comunicação que incidiu sobre as áreas – TV, rádio e on-line nas vertentes de informação e entretenimento. Presto ainda colaboração como Cronista para o Jornal Sol, no suplemento que sai semanalmente em Angola - a revista Cajú.


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        Como surgiu a paixão por comunicação?

Surgiu quando fiz um curso de TV cinema e teatro em Angola. Frequentei esse curso quando ainda estava no primeiro ano da faculdade, com o intuito de tirar a timidez que me era característica. Foram 6 meses a aprender sobre comunicação e ao final desse tempo, apaixonei-me por tudo aquilo que aprendi. A partir daí procurei saber de castings para fazer novelas (entrei em 2, Vidas a Preto e Branco e Entre o Crime e a Paixão), comecei a fazer teatro, fui rosto de algumas publicidades – para a Movicel, Polícia Económica, entre outras, fiz muitas voz-off para publicidades na rádio, e depois fui apresentar o meu CV à Semba Comunicação, aonde apresentei 2 programas, o Flash e o Sempre a Subir, embora também tenha apresentado pontualmente o Cine Tv.

 


           Há quanto tempo Trabalha em Televisão? Experiências?

Há 4 anos, a apresentar 2 programas. Além disso tive óptimos profissionais da comunicação social em Portugal como meus professores, na universidade Autónoma aonde fiz a pós-graduação em Ciências da Comunicação. Já trabalhei em Angola e em Portugal, quer para a Semba Comunicação/TPA2, quer para o Expansão.

           Como foi apresentar um programa sobre o estilo de música que mais tem crescido em Angola?

Foi engraçado. A equipa era toda muito divertida, bem-disposta, estávamos sempre com bom humor e isso facilitava o trabalho de todos. Aprendi muito a nível técnico, por ser um programa de estúdio, bem diferente do que fazia no Flash que é um programa de exteriores. Por outro lado, foi bom podermos dar voz a muitos artistas anónimos que faziam e fazem um bom trabalho. O kuduro é uma marca de Angola e penso que deve ser respeitado como tal.

 

 

 

           E trabalhar com um dos mentores do Kuduro?

Trabalhar com o Sebem era muito divertido, estávamos sempre a rir. Ele tornou-se um amigo, é uma pessoa de bom coração. A Débora, esposa dele, é uma irmã que guardarei para a vida.

 

           Porque deixou o programa?

Porque terminei a minha licenciatura em Direito, e estava na altura a trabalhar no Sempre a Subir, no Flash, a escrever para o Jornal Económico EXPANSÃO, e a estagiar em um escritório de advogados. Como se diz, “uma cabeça não pode por dois chapéus”, então decidi seguir apenas com o estágio no escritório de advogados (que exigia tempo e concentração) e com a colaboração no semanário Expansão.


           Qual é o seu programa favorito na televisão Angolana? Porquê?

Estou a viver em Portugal desde Abril, então estou um bocado desactualizada. Mas quando lá estava gostava de ver o Janela Aberta, na altura em que era apresentado pela Marlene Amaro, minha querida amiga, e óptima profissional.

 

          Como define a Comunicação Social em Angola?

Está em crescimento. É uma actividade que exige cultura geral, e já se vêm alguns profissionais à procura de desenvolver melhor os temas a que se propõe falar. Ainda temos um caminho por trilhar, penso que os canais podiam apostar mais na formação dos seus quadros, uma vez que são o espelho do país.

 

 

 

 

           Vê Lisboa como uma cidade para viver e progredir profissionalmente? Porquê?

Sim, tenho amigos e família e por isso sinto-me também em casa quando estou em Portugal. É um bom lugar para nos “cultivarmos”, estudarmos, estagiarmos, foi o país que escolhi para me munir das ferramentas certas, do know-how que pretendo para alcançar os meus propósitos.

 

         Encontra-se num relacionamento?

Não.

         Plano para o futuro?

Terminar a pós-graduação que estou a fazer em Ciências Jurídicas, voltar a Angola e dedicar-me à carreira jurídica, sem nunca deixar de colaborar com a imprensa escrita.

 

 

 

 

 

 

 

Mais Sobre Karina Gonçalves 

 

Nasci a – 20 de Janeiro


Se fosse uma cor, seria – branco, é a minha cor preferida.

 


Sou viciada em – Livros, adoro ler, tenho sede de conhecimento.

 


Uma mulher incrível – A minha Mãe


Um homem incrível – O me Pai


Se um génio da lâmpada aparecesse o meu desejo seria – Se o génio me concedesse um desejo, eu pediria que se efectivasse agora o que está escrito em Isaías 65:17-23.

 


Se eu fosse uma música seria -  Lost - Michael Buble


Perfume -  Light Blue da Dolce Gabbana

 


Som - Ne me quitte pás, uma canção francófona, composta, escrita e cantada por Jacques Brel em 1959, é para mim a canção mais bonita que existe.

 


Filme-  Midnight in Paris

 


Prato Predilecto – Mufete

 


Uma frase  - a frase em latim, proferida pelo general e cônsul romano Júlio César - "Veni Vidi Vici"

 

 

Entrevista : Edwaldo Pegado

 Elione Pereira Fotos

Todos Direitos Reservados a Platina Line 

 

Por: Milca Caquesse 

 


Nesta primeira entrevista da coluna “ Saltos e Papelada”, tive o privilegio de conversar com á nossa DIVA da comunicação 2010, Mara D’Alva Delgado Van-Dúnem. Particularmente, é uma mulher que muito admiro, tanto á nivel pessoal como profissional.

 


Nascida aos 20.06, mãe de uma linda menina, mara tem dividido seu tempo ente dois apaixonantes trabalhos, á radio e a telivisão. É visivelmente uma mulher bastante simpatica, inteligente, determinada e corajosa. Serve de inspiração para muitas jovens que ingressam agora para o mundo do jornalismo. Com uma voz única e carismatica, Mara D`Alva como é conhecida, apresenta um dos programas de maior audiência a nivel nacional, no canal 2 da TPA. É com certeza um nome de marca quando se fala em jornalismo televisivo, com determinação, dinamismo e empenho.

 

 

 


Foi eleita DIVA da Comunicação 2010. O que acha que contribuiu para este grande reconhecimento do seu esforço e dedicação durante todos estes anos? E o que mudou na sua vida após o titulo?


Qualquer eleição está nas mãos de outrem, apesar de tudo depender do nosso empenho, a eleição pela 2ª vez (já o fui em 2008) como diva da comunicação foi o reconhecimento do meu esforço e entrega ao trabalho, sem dúvida uma motivação para continuar a mostrar o meu melhor, embora eu não trabalhe para prémios, mas o reconhecimento ao meu esforço me levar a eles….


Para muitos autores, a comunicação Social é o estudo das causas, funcionamento e conseqüências da relação entre a sociedade e os meios de comunicação de massa – rádio, revista, jornal, televisão, teatro, cinema, propaganda, internet. Engloba os processos de informar, persuadir e entreter as pessoas. Encontra-se presente em praticamente todos os aspectos do mundo contemporâneo, evoluindo aceleradamente, registra e divulga a história e influencia a rotina diária, as relações pessoais e de trabalho. Muito particularmente, o que acha mas fascinante neste mundo da comunicação social? 


Considero comunicar uma arte e o mais fascinante no mundo da comunicação social é exactamente saber que com essa arte informamos e ajudamos a mudar consciências, tentando fazer um mundo melhor.

 


Quais as opções de formação em ensino superior na área de comunicação social no nosso país? 

Temos 2 Universidades que já leccionam o curso superior de Comunicação Social, a Agostinho Neto e o Ispra e nos últimos tempos muitos são os licenciados em Ciências da Comunicação / Jornalismo que se formam mesmo em Angola.

 


Considera-se uma celebridade á nivel da comunicação social em Angola? 

 

O meu conceito de celebridade é um pouco diferente daquilo que a maioria das pessoas tem, para me considerar celebridade precisaria de ter alguns pressupostos indispensáveis para tal (risos), considero-me uma pessoa pública dada a essência do meu trabalho, não mais do que isso e quem me conhece pessoalmente sabe que apesar da exposição pública a dita “fama” não me subiu a cabeça.

 

Se não fosse uma profissional na área de comunicação social, qual a área de actuação que lhe fascinaria empenhar-se? 


Sabes Milca, acho que nasci para comunicar, não me vejo a fazer outra coisa...


 


Conciliar familia e carreira é sempre muito complicado e dificil para as mulheres. No seu caso, muito particularmente, como tem feito para conciliar tudo isso? E que conselho deixa aqui para os nossos leitores, quanto á esse aspecto?


Tenho uma família que é uma bênção, por isso nunca senti muita dificuldade em conciliar a minha dupla jornada, sei que posso contar com cada membro da família, que apesar de muitas vezes serem penalizados com a minha ausência por questões profissionais estão sempre prontos a ajudar.

 

 

 


Considera o ano 2010 um bom ano para si á nivel profissional?


2010 foi um bom ano, não posso queixar-me das maravilhas que o Criador operou na minha vida, apesar da natureza humana nos encaminhar para uma insatisfação aparente ou seja, ainda acho que poderia ter sido melhor, mas cá está 2011 para concluir o que ficou “pendurado” no ano passado.

 


Quais as suas perspectivas e projectos para 2011?


2011 é o meu ano, será o ano em que quando chegar ao final vou sentar-me e dizer que valeu a pena, cada momento, situação, lição, valeu o sacrifício.

 


Quais são as suas maiores paixões?


A minha família. 

 


Para si, o que significa ser feliz e realizada? Sente-se uma mulher realizada?


A realização varia de pessoa para pessoa, no meu caso sinto-me realizada sim, tenho um emprego de que gosto, uma família que me ama, amigos que me apoiam e volta e meia umas paixões que me arrebatam (risos)

 

 


Como foi á sua infãncia?


Fui uma criança felia, rodeada por uma familia da qual me orgulho em pertencer e muito amo.

 

Fale-nos um pouco de sua rotina diaria...

 


Pois é grande oportunidade para esclarecer os meus ouvintes e telespectadores que perguntam como é que me desdobro quando leio o noticiário ás 13 horas; Demanhã (salvo os dias em que leio o noticiário), estou na rádio Luanda onde sou co-apresentadora de um programa chamado Luandar, mais voltado para questões relacionadas as mulheres, a tarde vou para a televisão no mesmo recinto da rádio onde até as 16 apresento o dia-a-dia que pode ser assistido pelo canal 2 da Tpa e também Tpa internacional, quando saio do serviço tenho sempre alguma coisa para fazer, questões relacionadas a casa, é quando aproveito para ir a consultas com a filhota, tratar de mim (cabelo, unhas, massagens) ou seja a jornada laboral termina mas as minhas ocupações não.

 


O que mas gosta de fazer nos seus tempos livres?

 


Nos tempos livres adoro estar com a minha família, brincar com os miúdos, conversar com os graúdos, estar com amigos, fazer experiências culinárias, dançar.

 


Que conselho quer deixar para todas as mulheres que de uma forma ou d´outra, todos os dias batalham incansavelmente no desempenho profissional na área em que actuam?



Acho que se cada uma de nós, mulheres se der conta da importância capital que tem para o desenvolvimento da sociedade, do país e do mundo, vamos também empenhar-nos mais afincadamente seja qual for a nossa área de actuação, já lá se foram os tempos em que queríamos apenas direitos iguais, o importante é que a cada obstáculo que surgir a frente de nós tenhamos sabedoria e inteligência para contorna-lo.

 


Quem é o seu maior idolo ou fonte de inspiração nacional e internacionalmente? 


Gosto imenso da Paula Simons, sempre foi e será para mim uma referência no jornalismo Angolano.

 

 

 


Radio e Televisão...qual é realmente a sua grande paixão? 

“Uisssss!” Adoro rádio e estou a aprender a gostar de televisão, mas muito sinceramente falando, que ninguém nos oiça, ainda me sinto mais a vontade na rádio.

 


Qual é o seu maior sonho Mara? 


Ser feliz e ver um mundo feliz! 

 


A nossa coluna “Saltos e Papelada”, tem por objectivo levar aos leitores um exemplo de vida, de motivação e determinação. Conversamos com mulheres que consideramos de merito e coragem, para que por sua experiência e dedicação servem-no de inspiração. Qual a sua opinião para nossa coluna?

 



Espero que esta coluna sirva para mostrar que a mulher deve se valorizar e nunca, jamais se deixar abalar uma ou outra questão menos boa, ter problemas é inevitável, deixar-se guiar por eles é opcional, vamos batalhar para um mundo melhor, a força está dentro de cada uma de nós....

 

 


Frase para pensar: Eu tenho certeza que o que focamos é no que nos tornamos. Transforme-se na mudança que você deseja ver - essas são palavras em que baseio a minha vida." (Oprah Winfrey)

 


Riquinho1

Riquinho1 Luandense, o empreendedor Henrique Miguel "Riquinho" nasceu em 27 de Janeiro de 1964. Desde muito cedo, Riquinho desenvolveu visão global de negócios, fruto, em grande parte, da própria experiência de vida.

Riquinho sempre teve apetência para liderança, aos 8 anos já era comandante da base de pioneiros da horta do Cazenga, e aos 10 anos seu espírito vitorioso era evidente conquistou todas categorias desde infantis, iniciados, Junior em atletismo dos 60, 80, 100, 150, 300, 400 metros de Angola.

Depois de passar a infância em Angola, foi estudar em cuba e no estagio viajou para outros países navegando em locais como, Panamá, Golfo do México, Canadá, Estados unidos e alguns países da América do sul onde estudou Electrotecnia Naval. Aos 18 anos forma-se em Electrotecnia naval e tornou-se então pioneiro e primeiro oficial da marinha marcante em Angola. Participou da primeira troca de quadros portugueses por angolanos na Angonave.

"A minha vida é uma competição diária."

É um dos novos rostos da moda em angola. Tendo inciado a sua carreira aos 17 anos em angola, pode-se dizer que Sharam Sharam Diniz, tem vindo a criar um caminho de forma sólida e acredita-se  que ira  tornar-se  num dos nomes mais fortes da moda angolana e  do mundo. Em Portugal, em 2009 torna-se na 2ª angolana a vencer um concurso de moda no referido país, sendo este o "Super model of the World".