O Mês de Janeiro começou mal para Riquinho, mais tem tudo para terminar bem para o empresário líder da Casablanca.

A Platina-Line teve acesso, á documentos que mostram efetivação da devolução dos valores referente ao show não realizado pelo rapper Americano Nas .


No inicio e janeiro de 2012, o site TMZ noticiou que promotor de eventos Patrick Alloco recebeu o valor de 315 000 Dólares Norte Americanos para trazer o rapper Americano Nas e o cantor Jemiah Jai para dois shows programados para o último dia do ano. Porém a última da hora isso não aconteceu porque o rapper alegadamente perdeu os dois únicos voos para Angola. O que irritou os promotor Angolano pois afinal já tinham pago pela aparição e inclusive já comercializavam os bilhetes para o show.


Na ocasião Um dos representantes da compania de Allocco, " All good Entertainment", disse para a imprensa na altura que Alloco e seu filho teriam sido sequestrados por homens contratados por Henrique Miguel ( Riquinho), um promotor de eventos da Banda, para impedir que os mesmos saíssem do País.

Allocco também divulgou uma nota de imprensa onde dizia que só estaria livre se Nas devolvesse o dinheiro pago pelos shows.

Diante dos factos a Platina-Line contactou o Riquinho que discordou da veracidade dos factos apresentados pela TMZ. Riquinho disse-nos que não foi burlado por Nas e sim pelo senhor Patrick Allocco que recebeu não os 315 000 USD como afirmou a revista americana mas sim 400.000USD para trazer os artistas.

" seguidamente o caso foi parar a Justiça Angolana mas a Embaixada tirou-lhes da polícia e tentou fazer com que eles fugissem clandestinamente de noite". Felizmente a polícia Angolana foi mais ágil e interditou à saída dos mesmos no aeroporto.

Ainda segundo a versão de Riquinho, quando ficou a saber que os artistas prometidos não viriam, não foi sozinho ter com os promotores Americanos ao invés diplomaticamente eles foram abordados pela nossa polícia. 

" Está é a verdade, eu é que fui roubado e mais uma vez eu seria o prejudicado, tal como no caso do R Kelly, Miss Elliott e tantos outros. Só que desta vez, chegou o momento da justiça." disse Riquinho.

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O rapper Nas na altura disse que iria devolver o dinheiro para que o promotor volte são e salvo a América e disse também que estava disposto a ir para Angola mas infelizmente teve o contra-tempo, Nas diz também que não teve a intenção de ficar com o dinheiro somente não sabia como devolver pois não tinha os detalhes bancários de Riquinho.

Passadas três semanas, Nas cumpriu a promessa e devolveu o dinheiro. A negociação foi efectuada entre os advogados de ambas as partes. A Platina vai publicar os comprovantes dos pagamentos feitos nos valores de USD 239.925,00 e USD 50.000 para a conta bancária da Casa Blanca Produção Espetáculos. Entretanto o agente deve ainda pagar 75.000 U$D , e Riquinho, diz a Platina Line que só autoriza a saída de Patrick depois do pagamento no mínimo 50.000.U$D

 

 


 

 

 

 

 

 


 

  

A CASABLANCA vem por intermédio deste comunicar que não foi consumada a vinda dos músicos america- nos nas datas previstas para participarem nos espectácu- los da Cidadela Desportiva (dia 30 de Dezembro) e Fes- ta de Révellion (dia 31 de Dezembro e dias 1 e 2 de Ja- neiro) conforme publicidade em vários órgãos de comuni- cação social.

A razão da não vinda dos referidos músicos, deve- se a uma burla que fomos alvo por parte do empresário americano, Patrick Alocco, que agenciou a vinda dos grupos, onde após ter recebido USD. 400.000.00 (quatrocentos mil dólares) na sua conta (conforme an- exos), não trouxe os artistas no dia 29 conforme o acordado, tendo-se refugiado na Embaixada dos Estados Unidos da América em Angola, depois de ter sido resgatado na DNIC, por ordens da Comandante Provincial da Polícia de Luanda, Comandante Geral da Polícia Nacional e do Senhor Ministro do Interior, que intervieram junto do Director Ajunto de Investigação Criminal para que se soltasse o criminoso a mando de ordens superiores. Assim sendo, o Vice-cônsul dos Estados Unidos da América foi buscar o americano burlão e criminoso, que já tinha con- fessado o Crime de Burla e fuga (abandono do Hotel Alvalade às 9 da manhã), ficando em liberdade e com os USD. 400.000.00. Estrategicamente, a DNIC para não atropelar ou cometer algum deslize jurídico, deixou o americano partir em liberdade, mas a pedido do queixoso (CASABLANCA) interditou a saída dos empresários americanos, o que viria a acontecer na madrugada do dia 2 do mês em curso, quando a coberto da Embaixada dos Estados Unidos e sob protecção diplomática os empresários tentavam abandonar o país sem restituir os valores recebidos, havendo a pronta intervenção dos Serviços de Migração e Estrangeiros fazendo cumprir a interdição de saída dos mesmos.

 

O americano Burlão continua no solo angolano e proibido de sair do país, graças a intervenção da Polícia que se desinibiu de complexos e fez prevalecer a lei. Só sai do país quando devolver o dinheiro.

É esta a nossa Angola, a nossa terra onde a justiça é atropelada sempre que inter- esses inconfessos de apetites intestinais de um grupo que ostenta o poder são belis- cados, mas parece-nos que hoje os tempos são outros e alguma coisa está a mudar. Só o facto e a coragem de se proclamar a interdição de saída já é um bom sinal de que estamos numa nova era. O crime que cometemos foi ter escolhido, há 25 anos, a promoção de eventos como nossa profissão, afinal de contas valia a pena ser lúm- pem ou criminoso do que um cidadão trabalhador e hones- to. Só nos resta pedir a Deus o mais rápido possível para que livre Angola desta tirania.

Sem mais comentários, vi- mos pedir desculpas ao Povo Angolano no geral, ao Público Cliente em particular e a juventude em especial por mais esta frustração.

 

Não vamos desistir, mais tarde ou mais cedo vamos recuperar os cerca de USD 20.000.000.00 (vinte milhões) roubados por empresários americanos, com o beneplácito, encorajamento e apoio de concorrentes desleais(unitel)  e a protecção da Embaixada dos Estados Unidos da América, que há cinco anos nega o visto de entrada ao nosso administrador para ficar atado e não poder deslocar-se aos Estados Unidos e accionar a justiça americana contra esta gang de mafiosos.

 

O Governo de Angola tão humilhado pelos americanos, tem que mudar de atitude, tem que ser vertical, não pode continuar a vergar- se ou a rastejar-se em situações similares ou piores dos seus compatriotas em ter- ritório angolano. Mesmo que seja, pelo menos, para atenu ar os tristes e célebres casos que muito recentemente en- tristeceram a nação.

 

 

Só queremos justiça, paga- mos, os artistas não vieram, devolvam o nosso dinheiro. É tão simples como tudo. A Embaixada Americana terá que aprender de uma vez por todas que tem que deixar de proteger criminosos americanos, e que Angola já não é a República das Bananas. Que haja justiça. Os prevaricadores, os coniventes, os encorajadores e os protecto- res que se sentem nos bancos dos réus para que, de uma vez por todas, acabemos com essa máfia organizada, esse esquema que envolve uma empresa concorrente. O empresário burlão, a Embaixada dos Estados Unidos e todos os artistas que a CASABLANCA pagou e não vieram, que sejam responsabilizados.

 

 

Os que desde a primeira hora encorajaram os empresários americanos a enveredarem por este caminho, receber os dinheiro e os músicos não virem ou virem com protecção diplomática da Embaixada e/ou do próprio Estado an- golano também devem ser responsabilizados.

 

 

Foi assim com Miss Elliot, R. Kelly, Chris Brown, Neyo e tantos outros que a CASABLANCA pagou os contratos, os músicos não vieram pela CASABLANCA, a Unitel por detrás, pagou mais dinheiro, trouxe-os para Angola, com protecção policial e presidencial.

 

Ao recurso da CASA- BLANCA a justiça foi anulada (Miss Elliot, Providência Cautelar não cumprida e R. Kelly, processo arquiva- do) e até hoje não recebemos o nosso dinheiro de volta. Que se faça justiça, só que- remos justiça.

 

 

 

HENRIQUE MIGUEL “Riquinho”

ADMINISTRADOR

 

Luanda aos 4 de Janeiro de 2012 – Dia dos Mártires da Baixa de Cassange

 

 

 

Documento Original do comunicado de Impressa  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

De acordo com o site  Americano  TMZ um promotor Americano foi sequestrado em Angola a mão armada às vésperas da virada do ano. ( ver artigo em Inglês no site oficial de 50 cent, http://www.thisis50.com/profiles/blogs/american-concert-promoter-kidnapped-at-gunpoint-in-angola-after).

 

 

Segundo a TMZ o promotor de eventos Patrick Alloco teria recebido o valor de 315 000 Dólares Norte Americanos para trazer o rapper Americano Nas e o cantor Jemiah Jai para dois shows programados para o último dia do ano. Porém a última da hora isso não aconteceu porque o rapper alegadamente perdeu os dois únicos voos para Angola. O que irritou os promotores Angolanos pois afinal já tinham pago pela aparição e inclusive já comercializavam os bilhetes para o show.

 

Um dos representantes da compania de Allocco, " All good Entertainment", disse para a imprensa que Alloco e seu filho teriam sido sequestrados por homens contratados por Henrique Miguel ( Riquinho), um promotor de eventos local, para impedir que os mesmos saíssem do País.

Allocco também divulgou uma nota de imprensa onde dizia que só estaria livre se Nas devolvesse o dinheiro pago pelos shows.

 


Neste momento segundo a revista, a embaixada Americana está a par da situação e confirmou que Alloco e seu filho já localizados, encontram-se de momento num hotel ainda em território Angolano até que os factos sejam esclarecidos.

 



Diante destes factos a Platina-Line contactou o Riquinho Pessoalmente que discordou da veracidade dos factos apresentados pela TMZ. Riquinho disse-nos que não foi burlado por Nas e sim pelo senhor Patrick Allocco que recebeu não 315 000 USD como afirmou a revista americana mas sim 400.000USD para trazer os artistas.

 



" Entreguei o caso a Justiça Angolana mas a Embaixada tirou-lhes da polícia e tentou fazer com que eles fugissem clandestinamente de noite". Felizmente a polícia Angolana foi mais ágil e interditou à saída dos mesmos no aeroporto.


Ainda segundo a versão de Riquinho, quando ficou a saber que os artistas prometidos não viriam, não foi sozinho ter com os promotores Americanos ao invés diplomaticamente eles foram abordados pela nossa polícia.

 

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" Está é a verdade, eu é que fui roubado e mais uma vez eu seria o prejudicado, tal como no caso do R Kelly, Miss Elliott e tantos outros. Só que desta vez, chegou o momento da justiça." disse Riquinho.

 

 

Nas já respondeu, disse que vai devolver o dinheiro para que o promotor volte são e salvo a America e disse também que estava disposto a ir para Angola mas infelizmente teve o contra-tempo, Nas diz também que não teve a intenção de ficar com o dinheiro somente não sabe como devolver pois não tem os detalhes bancários de Riquinho...