Os caminhos da vida são feitos de decisões e escolhas. 


A roupa que vestimos, mesmo que nos tenha sido presenteada, optamos por vesti-la hoje. O nosso trabalho, mesmo se não gostarmos dele, é consequencia de algumas escolhas que fizemos no passado. 

A religião que temos, também é uma escolha, fomos doutrinados, mas podemos discordar , e seguir outra doutrina, ou nenhuma. O companheiro que temos foi uma escolha, podemos não combinar, mas acabamos por escolher ficar juntos. A todo momento, queiramos ou não, conscientes ou inconscientes, por ação ou omissão, estamos sempre fazendo escolhas. E nunca é demais lembrar que não escolher já é uma escolha. 


Muito tem a ver com o nosso perfil, falando psicologicamente. Quando recebemos a educação dos nossos pais, já vamos nos acostumando a ver a vida com parâmetros indicados por eles. Depois ,é lógico, vem o livre arbítrio. Nossos pais não nos ensinaram a roubar, mas se por uma falha de caráter e eu não me importar em ser apontado como ladrão,vou roubar! 


Nós podemos escolher os significados que damos a tudo o que fazemos e isto pode representar uma grande diferença. Eu vou à escola porque gosto de estudar ,ou vou à escola porque meus pais me obrigam, ou vou à escola porque quero ser uma pessoa com conhecimentos suficientes para enfrentar o futuro. 


As pessoas tendem a se lamentar ou arranjar culpados para seus fracassos, em vez de usar o livre arbítrio para tentar mudar. Temos um presente , que é a oportunidade de escolher, ao mesmo tempo pode nos parecer um castigo. E se eu fizer uma escolha errada? Já vimos muitos filmes de ficção em que a heroína ou o herói voltam ao passado para escolher outro caminho e nem sempre se dão bem, acaba concluindo que o caminho anteriormente escolhido era o melhor. 


Não basta a escolha, pois uma série de influências determinarão o caminho. Como diz a frase, “Aquilo que nós mesmos escolhemos é muito pouco,a vida e as circunstâncias fazem quase tudo.” As pessoas podem optar por fazer certas coisas, porque sabem que é o que os outros esperam delas. 
As vezes nas indecisões deixamos que outros escolham por nós. Isso vem a ser uma espécie de covardia. Não queremos arriscar-nos, porque se não der certo, a culpa não vai ser nossa. 


Exercite seu livre arbítrio, escolha! Pelo menos você nunca ficará com a sensação de que não tentou! Se der certo?Tanto melhor!

A subsistência do homem é fundamentada na cooperação e troca. Dar um carinho, dar uma esmola, dar um emprego. Tudo isso equivale à troca mútua. Até uma esmola dada contém esta troca, pois o simples obrigado que se recebe ao final, já é sinônimo de que algo a outra pessoa também lhe deu. Um trabalho é oferecido em troca da sua capacidade. Um carinho é dado em troca de, no mínimo, um sorriso. 

Falar da idade biológica, dos anos que vamos simplesmente acumulando ao longo da nossa história de vida, não expressa com exatidão a idade de cada um, conheço velhos de vinte e cinco e jovens de sessenta anos, então quero lhes trazer a uma pequena reflexão, quantos anos você acredita que tem? 
Você se acha maduro de mais para pedir a benção dos seus pais, mas se vê jovem  e indefeso quando recorre a eles nos momentos de dificuldades, então, quantos anos você tem? Você se acha experiente de mais para tratar das  suas relações amorosas, até dá conselhos quando o assunto é amor e de uma hora para outra se vê apaixonado, sonhando como um adolescente comum, tendo as mesmas reações e palpitações de dez, vinte, ou 30 anos atrás, então, quantos anos você tem? Você se acha adulto de mais e inadequado para correr descalço na relva com seu filho, para brincar de esconde-esconde (bica-bidon) ou ensiná-lo a jogar futebol, mas sente um prazer incomparável ao fazer isso, ri como se fosse uma criança e se comporta como tal, então, quantos anos você tem afinal?