Em novembro de 2013, o Snapchat recusou uma oferta de compra feita pelo Facebook no valor de 3 bilhões de dólares. O "não" foi visto pelo mercado como uma demonstração de arrogância: “Como uma empresa feita para adolescentes, que não lucra, pode virar as costas para a maior rede social de todas?”. E ficou ainda outra pergunta: Por que uma empresa sem lucros é capaz de valer tanto?

Dois anos depois, o Snapchat segue crescendo em usuários, porém em descompasso com os números financeiros. E ele não está sozinho nessa situação. O Instagram, WhatsApp e até mesmo o YouTube, quase um vovozinho da Internet, também seguem desafiando a lógica tradicional do mercado e gerando valor a partir de outros fatores.

Instagram

O mais famoso aplicativo de compatilhamento de fotos ganha milhares de adeptos a cada dia. Enquanto sua importância como ferramenta de interação social cresce, sua receita permanece irrelevante para o Facebook, que o comprou em 2012 por US$ 1 bilhão. O valor do “Insta” está na capacidade de manter o Facebook conectado ao público mais jovens, enquanto a plataforma principal segue com o público envelhecendo. Na época em que foi vendido, o app não gerava lucros. Em abril, a companhia deu início a uma nova fase nos negócios que incluiu a inserção de publicidade no feed dos usuários. Houve a melhora da plataforma de vídeos, em busca de uma fatia do orçamentos para a televisão. As campanhas estão sendo publicadas aos poucos, com a palavra “patrocinado” acima da imagem. Os usuários podem interagir e, segundo a companhia, as propagandas devem manter a “simplicidade, criatividade e os valores da comunidade”. Se dará certo, só o tempo dirá.

noticia_104145.jpg

Snapchat

O Snapchat continua sem gerar dinheiro, no entanto está avaliado hoje a US$ 10 bilhões, por ter se tornado a terceira rede social mais popular entre os jovens de 18 a 34 anos. Para ajudar nas receitas, o app passou a investir em conteúdo.

O primeiro passo foi lançar o Discover que dá espaço para grandes empresas de mídia divulgarem seu conteúdo pela plataforma. Participam da ação ESPN, CNN, Warner e National Geographic. Com isso, o Snapchat vai mudando sua natureza e passa a priorizar mensagens que ficam disponíveis para toda rede de contatos, não apenas privadas. Uma matéria do The Verge afirma que uma plataforma para anúncios poderia ser o elemento que falta para que o Snapchat comece a lucrar.

WhatsApp

O WhatsApp se apresenta um problema diferente dos outros aplicativos. Além de não gerar lucro, ele tem causado prejuízo ao Facebook. Mark Zuckerberg pagou US$ 22 bilhões pela plataforma de troca de mensagens, o maior valor pago em uma transação desse tipo.


Uma matéria do G1 apontou que as perdas do WhatsApp cresceram entre um ano e outro. Em 2013, o prejuízo da operação foi de US$ 59 milhões; em 2014, passou a US$ 232,2 milhões, aumento de 293%. Embora seja contra publicidade móvel, esse parece ser o melhor modelo de negócio do WhatsApp, já que o segmento aparece como o futuro da publicidade. Seria uma boa maneira de aproveitar a base de 1,35 bilhão de usuários.

De toda forma, Zuckerberg já declarou que não pretende faturar em curto prazo com o WhatsApp. Então, se ele não se importa, por que vamos nos preocupar, não é mesmo?

YouTube

Embora conte com a força do Google (do qual faz parte) para seguir atraindo mais de 1 bilhão de usuários por mês, o YouTube não é lucrativo como se imagina. Enquanto o Facebook gera U$ 12 bilhões, a receita da plataforma de vídeos em 2014 foi de U$ 4 bilhões, fruto basicamente de publicidade e do incentivo a grandes marcas para gastar mais com a área. No modelo de anúncios, a empresa só paga quando a propaganda é vista até o final.

Segundo o Wall Street Journal, a receita é usada para pagar pelo conteúdo e pelo equipamento que transmite os vídeos. O problema do YouTube está na dificuldade de ser visto pelo público como um site a ser visitado todos os dias e de expandir seu público para além de adolescentes e pré-adolescentes. A situação deve piorar com o Facebook e Twitter trabalhando para desenvolver suas plataformas de vídeo. O Twitter, por exemplo, está crescendo com o Periscope, que faz transmissões ao vivo. Em termos de conteúdo, o YouTube precisa encarar o fato de que concorrentes como Amazon.com e Netflix estão se consolidando.

 

 

O que significa a marca Alphabet - holding criado pelo Google para mandar nele mesmo - e todo o branding em torno dela? Na verdade, bem pouco.

Como ficam os valores e símbolos agregados ao nome "Google"? Praticamente os mesmos.

Se em outros casos de "rebrand" (quando uma marca troca de nome e logo) milhões estão em jogo e tudo é uma questão de novos produtos a vender, no caso do Google a notícia da criação do Alphabet, ainda que muito importante, é apenas um detalhe de negócios.

A nova empresa foi anunciada ontem (10). A novidade permitirá que os diversos negócios que o Google tem sejam geridos de forma independente. Na prática, o Google Inc. se transformará em Alphabet Inc.

Larry Page, criador do Google e agora CEO do Alphabet, explicou em um post em seu blog que a Alphabet não foi criada como marca de consumo, com produtos diretamente relacionados a ela. E nem veio para "substituir" o Google.

"O ponto principal é que as companhias da Alphabet terão independência para desenvolver as suas próprias marcas", escreveu Page.

Sua fala rebate algumas pessoas que já apareceram criticando a "marca ruim" por trás do nome Alphabet e se preocupando com "o fim do Google".

Page quis dizer, portanto, que provavelmente você nem escutará esse nome por aí.

O que continuará importante serão todas as outras empresas e marcas orbitando ao redor da Alphabet: Google, Sidewalk Labs, Google X, Life Sciences, entre outras.

Por que "Alphabet"?

"Nós gostamos do nome porque significa uma coleção de letras que representa a linguagem, uma das inovações mais importantes da humanidade. E é a base de como indexamos todas as buscas do Google!", disse Page.

Mesmo assim, pouco importa.

Segundo Mark Ritson, colunista da Marketing Week e especialista em marcas, à Business Insider, essa novidade é apenas um movimento chamado "arquitetura de marca".

Ele cita outros exemplos: Unilever, Diageo, LMVH. Todos grandes holdings, mas que são apenas palavras.

Quem diz se a marca é boa ou não e se os negócios vão bem ou não são as marcas internas.

Por exemplo: um consumidor pode citar, com paixão, dez marcas que ele consome. Mas poderá não saber que elas pertecem à Unilever.

Segundo ele, o que é importante não é a marca da "casa", mas as marcas que estão "dentro dessa casa".

Importância

Ainda assim, a Alphabet é a "notícia do ano, talvez da década" no mundo das marcas, segundo John Marshall, chefe da agência Lippincott, em entrevista à Business Insider.

"Ao criar Alphabet, o Google está contrariando uma tendência poderosa no mundo corporativo das marcas, de unificar diferentes produtos e negócios em torno de apenas uma única marca. Como é o caso de Apple, GE ou IBM. Essa iniciativa tem tudo a ver com as ambições do Google de sempre querer mudar as regras do jogo", explicou.

Especialistas ainda dizem que essa separação em várias marcas abrirá caminho para mais inovação e aquisição de novas marcas e empresas.


If You’re Reading This It’s Too Late, de Drake, tornou-se o primeiro álbum lançado em 2015 a vender um milhão de cópias nos Estados Unidos ao vender mais oito mil unidades na semana que terminou no dia 7 de agosto, segundo a Nielsen Music. O seu total acumulativo é de 1,007 milhão.

O álbum foi lançado no dia 12 de fevereiro e estreou na 1ª posição do Billboard 200.

Apesar dar marca, If You’re Reading This It’s Too Late é o segundo disco a chegar ao milhão em 2015. O primeiro foi 1989, de Taylor Swift, que foi lançado em 2014. 1989 vendeu 1,463 milhão em 2015 e 5,124 milhões no total.

Esse disco marca a quarta vez em que Drake chega a um milhão de cópias. Nothing Was The Same (lançado em 2013, vendeu 1,72 milhão), Take Care (2011; 2,26 milhões) e Thank Me Later (2010; 1,8 milhão).

Aplicativos e recursos de mensagens instantâneas são ágeis e convenientes, ótimos para falar com familiares e amigos. Agora, entretanto, as pessoas querem se comunicar da mesma maneira para falar sobre negócios ou manter contato com uma empresa, por exemplo.

Segundo o Facebook, mais de um bilhão de pessoas visitam páginas mensalmente à procura de mais informações sobre uma companhia empresa ou um segmento empresarial. Ligada nisso, a rede social criada por Mark Zuckerberg anunciou o lançamento de novos recursos para as páginas. São basicamente melhorias na maneira como o consumidor envia mensagens particulares para uma empresa ou negócio, além de novidades para os administradores da página gerenciar e responder às mensagens.

Enviar mensagens para uma Página a partir de anúncios locais

O novo botão call-to-action "envie uma mensagem" para os anúncios locais permite que as pessoas iniciem conversas particulares com páginas de empresas e negócios, a partir dos anúncios que aparecem no news feed, oferecendo uma maneira personalizada de se conectar diretamente a partir do anúncio.

Quando alguém clica no botão, a janela do Facebook Messenger se abrirá para que a pessoa escreva e envie a mensagem. Na caixa de entrada da página, a mensagem vem acompanhada de um anexo que mostra a partir de qual anúncio a pessoa partiu, e, uma vez iniciada a conversa, a empresa pode responder e acompanhar o andamento da conversa sempre que necessário.

Os profissionais de social media podem começar a usar o botão call-to-action "envie uma mensagem" criando um anúncio local e selecionando "envie uma mensagem" no campo "chamada para Ação".

Responder a comentários de maneira privada com uma mensagem

Até agora, administradores de páginas podiam apenas responder aos consumidores pelos mesmos meios que a pessoa utilizou para entrar em contato com a página, ou por comentário, ou por mensagem particular. Nas próximas semanas, os administradores das páginas poderão responder a comentários públicos com uma mensagem particular, ajudando-os a resolver solicitações particulares de maneira mais eficiente.

Para responder de maneira privada ao comentário de um cliente, o administrador da página pode clicar na nova opção "Mensagem", e uma conversa com o autor do comentário se abrirá. A mensagem da página inclui um link para o comentário do cliente para referência.

Quando uma empresa responde de maneira privada ao comentário, o comentário traz um aviso de que a empresa respondeu, assim, outros visitantes da página saberão que a empresa resolveu a questão.

- PUBLICIDADE -

Para garantir que a experiência com mensagens tenha valor para as empresas e para os usuários, a rede social também criou recursos adicionais para ajudar as pessoas a gerenciarem suas mensagens, incluindo a opção de bloquear mensagem particulares de empresas.

Identificar Páginas responsivas

Da mesma maneira que as pessoas podem se conectar com empresas no Facebook por meio de mensagens, elas podem agora identificar páginas que são muito responsivas a mensagens privadas. As páginas que respondem 90% das mensagens e possuem um tempo médio de resposta de menos de 5 minutos, vão receber o selo de "Muito responsiva a mensagens" em seus perfis.

O índice de capacidade de resposta é dinâmico e calculado com base nos dados dos últimos sete dias. Todos os administradores de Páginas vão agora ver o seu índice de capacidade de resposta e o tempo médio de resposta nas "Informações da Página", mas, por enquanto, somente as páginas que atingirem o índice de 90% e menos de 5 minutos de resposta terão o selo público.

Gerenciar mensagens

Agora que pessoas e empresas têm mais maneiras de se conectarem, administradores de páginas precisam de recursos que os ajudem a gerenciar e responder a essas mensagens.

Para ajudar os administradores a responderem mais rapidamente às mensagens que chegam, eles podem agora criar e salvar respostas para perguntas comuns. Os administradores de páginas podem selecionar respostas salvas e enviá-las em um clique, tornando mais rápido e fácil responder aos clientes a partir de dispositivos móveis. Eles também têm a opção de editar respostas salvas antes de enviá-las.

O Facebook também atualizamos a Caixa de Entrada do administrador para facilitar o acompanhamento das mensagens. Os administradores agora podem realizar as seguintes ações em massa: arquivar, deletar, sinalizar e marcar como lida, não lida e spam.

Marvin Gaye III, filho do soulman Marvin Gaye, está se preparando para processar os criadores do seriado Empire, do canal Fox. Ele afirma ter tido a ideia para uma série muito parecida há alguns anos. Segundo o TMZ, Marvin Gaye III disse ter registrado um programa de televisão sobre uma família de negros no mundo da música ao Writers Guild of America em 2010.

O seriado de Gaye, chamado Diamonds & Ballads, supostamente foi oferecido a vários executivos da televisão, incluindo alguns com vínculos ao co-criador de Empire, Lee Daniels, que disse, no ano passado, que queria fazer uma “versão negra de Dynasty”. O outro co-criador de Empire, Danny Strong, citou Rei Lear, obra de William Shakespeare, como inspiração da série.

O advogado de Gaye afirmou ao TMZ que planeja entrar com uma ação contra Daniels, a Fox e outros. A ameaça judicial é a segunda da família Gaye desde a vitória contra Robin Thicke e Pharrell Williams.

No último fim de semana, Empire venceu o prêmio de Programa de TV do Ano no TCA Awards, em Beverly Hills.

terça, 11 agosto 2015 10:47

Sundar Pichai, o novo CEO do Google

O Google anunciou hoje uma grande reestruturação e reorganização de seus negócios. Larry Page, cofundador do Google, deixará o cargo de CEO. Quem assume o comando executivo da gigante da internet é Sundar Pichai.

Pichai era até agora o número dois no comando do Google. Enquanto Page focava em questões estratégicas, Pichai lidava diretamente com os diretores de cada área de produtos do Google.

No anúncio, Page escreveu que a escolha de Pichai como CEO é lógica. “É claro para nós e para nosso conselho que é hora de Sundar ser o próximo CEO do Google”, escreveu Page.

O engenheiro indiano liderava a área de buscas, pesquisas, a rede social Google+, mapas, comércio eletrônico e anúncios. Ele acumulou o comando dessas áreas em outubro do ano passado. Antes disso, ele já era responsável por Android, Chrome e desenvolvimento de aplicativos.

Pichai entrou na empresa em 2004 e ascendeu rapidamente na hierarquia. O primeiro grande cargo do engenheiro foi comandar a divisão do Android. Ele assumiu essa responsabilidade após a saída de Andy Rubin da empresa – Rubin, vale dizer, é o criado do Android.

O novo CEO do Google é famoso na empresa por sua educação e diplomacia. Ele seria uma espécie de intérprete de Larry Page. Relatos de funcionários à imprensa falavam sobre a impaciência de Page em reuniões – que em muitas vezes saia às pressas sem explicar o que queria de fato.

Cabia a Pichai comunicar aos diretores das áreas o real desejo do então CEO do Google. Pichai é caracterizado por colegas como uma pessoa com quem é fácil de trabalhar e que sabe incentivar sua equipe.

Mudanças

A reestruturação do Google foi anunciada hoje por Larry Page em um post no blog oficial da empresa. A empresa agora será subordinada a uma holding, chamada Alphabet.

Os dois fundadores do Google (Larry Page e Sergey Brin) irão para a Alphabet -- Page será o CEO. Todas as ações do Google virarão da Alphabet e serão comercializadas sob este nome.

“Fundamentalmente, acreditamos que isso nos permitirá administrar em escalas, permitindo que cuidemos de maneira independente de negócios que não são tão relacionados”, escreveu Larry Page.

São conhecidos por organizar festas por todo o país (Portugal). O projecto em ascensão partiu de dois jovens Anyfá e Sanger que dão a cara pela Badcompany "má vida", eles que são os responsáveis por aquecer várias noites de Lisboa e não só, causando por onde passam um enorme alvoroço, a chamada família da "má vida".

A chave do sucesso passa por fazer com que os clientes sintam-se em casa, tal como uma família.

Fiquem com o vídeo de uma das noites na discoteca Luanda em Lisboa - Portugal

segunda, 10 agosto 2015 18:13

Bazar Sisproject - roupa em 2ª mão

Por: Iraneth da Cruz

Aconteceu no passado dia 9 de Julho o “Bazar Sisproject", roupa em 2ª mão vintage” no hotel Sana Metropolitan, em Lisboa, um Workshop onde as peças de roupa tiveram descontos de 20 à 80%.
A iniciativa surge da vontade de três jovens apaixonadas por moda, nomedamente Sandra, Izilda e Sofia criam o Sisproject com intenção de venderem roupas de qualidade, porém usadas. “vendemos roupas para jovens e adultos excepto para crianças, não temos ainda muitas marcas e produtos masculinos, mas no próximo bazar pretendemos ter mais artigos masculinos”. - Disse Sandra.

A estrela do futebol Cristiano Ronaldo se disfarçou com óculos, barba e até uma barriga falsa para promover seus novos fones de ouvido, criados com a marca Beats by Dre e desenhados pela Monster.

O jogador foi até uma praça de Madri, onde fez dribles e brincou com uma bola de futebol junto aos pedestres, antes de se revelar para um garotinho – que ainda levou uma bola autografada para casa.

A ROC Live Life Loud, uma nova coleção de eletrônicos criados com Cristiano Ronaldo, inclui três modelos de fones de ouvido. “Tanto faz se você está cruzando o mundo em um jato como Ronaldo ou curtindo um momento relaxante, agora é possível ouvir cada nuance das músicas com um estilo único”, diz a divulgação da Monster.

Em novembro de 2013, o Snapchat recusou uma oferta de compra feita pelo Facebook no valor de 3 bilhões de dólares. O "não" foi visto pelo mercado como uma demonstração de arrogância: “Como uma empresa feita para adolescentes, que não lucra, pode virar as costas para a maior rede social de todas?”. E ficou ainda outra pergunta: Por que uma empresa sem lucros é capaz de valer tanto?

Dois anos depois, o Snapchat segue crescendo em usuários, porém em descompasso com os números financeiros. E ele não está sozinho nessa situação. O Instagram, WhatsApp e até mesmo o YouTube, quase um vovozinho da Internet, também seguem desafiando a lógica tradicional do mercado e gerando valor a partir de outros fatores.

Instagram

O mais famoso aplicativo de compatilhamento de fotos ganha milhares de adeptos a cada dia. Enquanto sua importância como ferramenta de interação social cresce, sua receita permanece irrelevante para o Facebook, que o comprou em 2012 por US$ 1 bilhão. O valor do “Insta” está na capacidade de manter o Facebook conectado ao público mais jovens, enquanto a plataforma principal segue com o público envelhecendo. Na época em que foi vendido, o app não gerava lucros. Em abril, a companhia deu início a uma nova fase nos negócios que incluiu a inserção de publicidade no feed dos usuários. Houve a melhora da plataforma de vídeos, em busca de uma fatia do orçamentos para a televisão. As campanhas estão sendo publicadas aos poucos, com a palavra “patrocinado” acima da imagem. Os usuários podem interagir e, segundo a companhia, as propagandas devem manter a “simplicidade, criatividade e os valores da comunidade”. Se dará certo, só o tempo dirá.

noticia_104145.jpg

Snapchat

O Snapchat continua sem gerar dinheiro, no entanto está avaliado hoje a US$ 10 bilhões, por ter se tornado a terceira rede social mais popular entre os jovens de 18 a 34 anos. Para ajudar nas receitas, o app passou a investir em conteúdo.

O primeiro passo foi lançar o Discover que dá espaço para grandes empresas de mídia divulgarem seu conteúdo pela plataforma. Participam da ação ESPN, CNN, Warner e National Geographic. Com isso, o Snapchat vai mudando sua natureza e passa a priorizar mensagens que ficam disponíveis para toda rede de contatos, não apenas privadas. Uma matéria do The Verge afirma que uma plataforma para anúncios poderia ser o elemento que falta para que o Snapchat comece a lucrar.

WhatsApp

O WhatsApp se apresenta um problema diferente dos outros aplicativos. Além de não gerar lucro, ele tem causado prejuízo ao Facebook. Mark Zuckerberg pagou US$ 22 bilhões pela plataforma de troca de mensagens, o maior valor pago em uma transação desse tipo.


Uma matéria do G1 apontou que as perdas do WhatsApp cresceram entre um ano e outro. Em 2013, o prejuízo da operação foi de US$ 59 milhões; em 2014, passou a US$ 232,2 milhões, aumento de 293%. Embora seja contra publicidade móvel, esse parece ser o melhor modelo de negócio do WhatsApp, já que o segmento aparece como o futuro da publicidade. Seria uma boa maneira de aproveitar a base de 1,35 bilhão de usuários.

De toda forma, Zuckerberg já declarou que não pretende faturar em curto prazo com o WhatsApp. Então, se ele não se importa, por que vamos nos preocupar, não é mesmo?

YouTube

Embora conte com a força do Google (do qual faz parte) para seguir atraindo mais de 1 bilhão de usuários por mês, o YouTube não é lucrativo como se imagina. Enquanto o Facebook gera U$ 12 bilhões, a receita da plataforma de vídeos em 2014 foi de U$ 4 bilhões, fruto basicamente de publicidade e do incentivo a grandes marcas para gastar mais com a área. No modelo de anúncios, a empresa só paga quando a propaganda é vista até o final.

Segundo o Wall Street Journal, a receita é usada para pagar pelo conteúdo e pelo equipamento que transmite os vídeos. O problema do YouTube está na dificuldade de ser visto pelo público como um site a ser visitado todos os dias e de expandir seu público para além de adolescentes e pré-adolescentes. A situação deve piorar com o Facebook e Twitter trabalhando para desenvolver suas plataformas de vídeo. O Twitter, por exemplo, está crescendo com o Periscope, que faz transmissões ao vivo. Em termos de conteúdo, o YouTube precisa encarar o fato de que concorrentes como Amazon.com e Netflix estão se consolidando.

 

 

O que significa a marca Alphabet - holding criado pelo Google para mandar nele mesmo - e todo o branding em torno dela? Na verdade, bem pouco.

Como ficam os valores e símbolos agregados ao nome "Google"? Praticamente os mesmos.

Se em outros casos de "rebrand" (quando uma marca troca de nome e logo) milhões estão em jogo e tudo é uma questão de novos produtos a vender, no caso do Google a notícia da criação do Alphabet, ainda que muito importante, é apenas um detalhe de negócios.

A nova empresa foi anunciada ontem (10). A novidade permitirá que os diversos negócios que o Google tem sejam geridos de forma independente. Na prática, o Google Inc. se transformará em Alphabet Inc.

Larry Page, criador do Google e agora CEO do Alphabet, explicou em um post em seu blog que a Alphabet não foi criada como marca de consumo, com produtos diretamente relacionados a ela. E nem veio para "substituir" o Google.

"O ponto principal é que as companhias da Alphabet terão independência para desenvolver as suas próprias marcas", escreveu Page.

Sua fala rebate algumas pessoas que já apareceram criticando a "marca ruim" por trás do nome Alphabet e se preocupando com "o fim do Google".

Page quis dizer, portanto, que provavelmente você nem escutará esse nome por aí.

O que continuará importante serão todas as outras empresas e marcas orbitando ao redor da Alphabet: Google, Sidewalk Labs, Google X, Life Sciences, entre outras.

Por que "Alphabet"?

"Nós gostamos do nome porque significa uma coleção de letras que representa a linguagem, uma das inovações mais importantes da humanidade. E é a base de como indexamos todas as buscas do Google!", disse Page.

Mesmo assim, pouco importa.

Segundo Mark Ritson, colunista da Marketing Week e especialista em marcas, à Business Insider, essa novidade é apenas um movimento chamado "arquitetura de marca".

Ele cita outros exemplos: Unilever, Diageo, LMVH. Todos grandes holdings, mas que são apenas palavras.

Quem diz se a marca é boa ou não e se os negócios vão bem ou não são as marcas internas.

Por exemplo: um consumidor pode citar, com paixão, dez marcas que ele consome. Mas poderá não saber que elas pertecem à Unilever.

Segundo ele, o que é importante não é a marca da "casa", mas as marcas que estão "dentro dessa casa".

Importância

Ainda assim, a Alphabet é a "notícia do ano, talvez da década" no mundo das marcas, segundo John Marshall, chefe da agência Lippincott, em entrevista à Business Insider.

"Ao criar Alphabet, o Google está contrariando uma tendência poderosa no mundo corporativo das marcas, de unificar diferentes produtos e negócios em torno de apenas uma única marca. Como é o caso de Apple, GE ou IBM. Essa iniciativa tem tudo a ver com as ambições do Google de sempre querer mudar as regras do jogo", explicou.

Especialistas ainda dizem que essa separação em várias marcas abrirá caminho para mais inovação e aquisição de novas marcas e empresas.


If You’re Reading This It’s Too Late, de Drake, tornou-se o primeiro álbum lançado em 2015 a vender um milhão de cópias nos Estados Unidos ao vender mais oito mil unidades na semana que terminou no dia 7 de agosto, segundo a Nielsen Music. O seu total acumulativo é de 1,007 milhão.

O álbum foi lançado no dia 12 de fevereiro e estreou na 1ª posição do Billboard 200.

Apesar dar marca, If You’re Reading This It’s Too Late é o segundo disco a chegar ao milhão em 2015. O primeiro foi 1989, de Taylor Swift, que foi lançado em 2014. 1989 vendeu 1,463 milhão em 2015 e 5,124 milhões no total.

Esse disco marca a quarta vez em que Drake chega a um milhão de cópias. Nothing Was The Same (lançado em 2013, vendeu 1,72 milhão), Take Care (2011; 2,26 milhões) e Thank Me Later (2010; 1,8 milhão).

Aplicativos e recursos de mensagens instantâneas são ágeis e convenientes, ótimos para falar com familiares e amigos. Agora, entretanto, as pessoas querem se comunicar da mesma maneira para falar sobre negócios ou manter contato com uma empresa, por exemplo.

Segundo o Facebook, mais de um bilhão de pessoas visitam páginas mensalmente à procura de mais informações sobre uma companhia empresa ou um segmento empresarial. Ligada nisso, a rede social criada por Mark Zuckerberg anunciou o lançamento de novos recursos para as páginas. São basicamente melhorias na maneira como o consumidor envia mensagens particulares para uma empresa ou negócio, além de novidades para os administradores da página gerenciar e responder às mensagens.

Enviar mensagens para uma Página a partir de anúncios locais

O novo botão call-to-action "envie uma mensagem" para os anúncios locais permite que as pessoas iniciem conversas particulares com páginas de empresas e negócios, a partir dos anúncios que aparecem no news feed, oferecendo uma maneira personalizada de se conectar diretamente a partir do anúncio.

Quando alguém clica no botão, a janela do Facebook Messenger se abrirá para que a pessoa escreva e envie a mensagem. Na caixa de entrada da página, a mensagem vem acompanhada de um anexo que mostra a partir de qual anúncio a pessoa partiu, e, uma vez iniciada a conversa, a empresa pode responder e acompanhar o andamento da conversa sempre que necessário.

Os profissionais de social media podem começar a usar o botão call-to-action "envie uma mensagem" criando um anúncio local e selecionando "envie uma mensagem" no campo "chamada para Ação".

Responder a comentários de maneira privada com uma mensagem

Até agora, administradores de páginas podiam apenas responder aos consumidores pelos mesmos meios que a pessoa utilizou para entrar em contato com a página, ou por comentário, ou por mensagem particular. Nas próximas semanas, os administradores das páginas poderão responder a comentários públicos com uma mensagem particular, ajudando-os a resolver solicitações particulares de maneira mais eficiente.

Para responder de maneira privada ao comentário de um cliente, o administrador da página pode clicar na nova opção "Mensagem", e uma conversa com o autor do comentário se abrirá. A mensagem da página inclui um link para o comentário do cliente para referência.

Quando uma empresa responde de maneira privada ao comentário, o comentário traz um aviso de que a empresa respondeu, assim, outros visitantes da página saberão que a empresa resolveu a questão.

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Para garantir que a experiência com mensagens tenha valor para as empresas e para os usuários, a rede social também criou recursos adicionais para ajudar as pessoas a gerenciarem suas mensagens, incluindo a opção de bloquear mensagem particulares de empresas.

Identificar Páginas responsivas

Da mesma maneira que as pessoas podem se conectar com empresas no Facebook por meio de mensagens, elas podem agora identificar páginas que são muito responsivas a mensagens privadas. As páginas que respondem 90% das mensagens e possuem um tempo médio de resposta de menos de 5 minutos, vão receber o selo de "Muito responsiva a mensagens" em seus perfis.

O índice de capacidade de resposta é dinâmico e calculado com base nos dados dos últimos sete dias. Todos os administradores de Páginas vão agora ver o seu índice de capacidade de resposta e o tempo médio de resposta nas "Informações da Página", mas, por enquanto, somente as páginas que atingirem o índice de 90% e menos de 5 minutos de resposta terão o selo público.

Gerenciar mensagens

Agora que pessoas e empresas têm mais maneiras de se conectarem, administradores de páginas precisam de recursos que os ajudem a gerenciar e responder a essas mensagens.

Para ajudar os administradores a responderem mais rapidamente às mensagens que chegam, eles podem agora criar e salvar respostas para perguntas comuns. Os administradores de páginas podem selecionar respostas salvas e enviá-las em um clique, tornando mais rápido e fácil responder aos clientes a partir de dispositivos móveis. Eles também têm a opção de editar respostas salvas antes de enviá-las.

O Facebook também atualizamos a Caixa de Entrada do administrador para facilitar o acompanhamento das mensagens. Os administradores agora podem realizar as seguintes ações em massa: arquivar, deletar, sinalizar e marcar como lida, não lida e spam.

Marvin Gaye III, filho do soulman Marvin Gaye, está se preparando para processar os criadores do seriado Empire, do canal Fox. Ele afirma ter tido a ideia para uma série muito parecida há alguns anos. Segundo o TMZ, Marvin Gaye III disse ter registrado um programa de televisão sobre uma família de negros no mundo da música ao Writers Guild of America em 2010.

O seriado de Gaye, chamado Diamonds & Ballads, supostamente foi oferecido a vários executivos da televisão, incluindo alguns com vínculos ao co-criador de Empire, Lee Daniels, que disse, no ano passado, que queria fazer uma “versão negra de Dynasty”. O outro co-criador de Empire, Danny Strong, citou Rei Lear, obra de William Shakespeare, como inspiração da série.

O advogado de Gaye afirmou ao TMZ que planeja entrar com uma ação contra Daniels, a Fox e outros. A ameaça judicial é a segunda da família Gaye desde a vitória contra Robin Thicke e Pharrell Williams.

No último fim de semana, Empire venceu o prêmio de Programa de TV do Ano no TCA Awards, em Beverly Hills.

terça, 11 agosto 2015 10:47

Sundar Pichai, o novo CEO do Google

O Google anunciou hoje uma grande reestruturação e reorganização de seus negócios. Larry Page, cofundador do Google, deixará o cargo de CEO. Quem assume o comando executivo da gigante da internet é Sundar Pichai.

Pichai era até agora o número dois no comando do Google. Enquanto Page focava em questões estratégicas, Pichai lidava diretamente com os diretores de cada área de produtos do Google.

No anúncio, Page escreveu que a escolha de Pichai como CEO é lógica. “É claro para nós e para nosso conselho que é hora de Sundar ser o próximo CEO do Google”, escreveu Page.

O engenheiro indiano liderava a área de buscas, pesquisas, a rede social Google+, mapas, comércio eletrônico e anúncios. Ele acumulou o comando dessas áreas em outubro do ano passado. Antes disso, ele já era responsável por Android, Chrome e desenvolvimento de aplicativos.

Pichai entrou na empresa em 2004 e ascendeu rapidamente na hierarquia. O primeiro grande cargo do engenheiro foi comandar a divisão do Android. Ele assumiu essa responsabilidade após a saída de Andy Rubin da empresa – Rubin, vale dizer, é o criado do Android.

O novo CEO do Google é famoso na empresa por sua educação e diplomacia. Ele seria uma espécie de intérprete de Larry Page. Relatos de funcionários à imprensa falavam sobre a impaciência de Page em reuniões – que em muitas vezes saia às pressas sem explicar o que queria de fato.

Cabia a Pichai comunicar aos diretores das áreas o real desejo do então CEO do Google. Pichai é caracterizado por colegas como uma pessoa com quem é fácil de trabalhar e que sabe incentivar sua equipe.

Mudanças

A reestruturação do Google foi anunciada hoje por Larry Page em um post no blog oficial da empresa. A empresa agora será subordinada a uma holding, chamada Alphabet.

Os dois fundadores do Google (Larry Page e Sergey Brin) irão para a Alphabet -- Page será o CEO. Todas as ações do Google virarão da Alphabet e serão comercializadas sob este nome.

“Fundamentalmente, acreditamos que isso nos permitirá administrar em escalas, permitindo que cuidemos de maneira independente de negócios que não são tão relacionados”, escreveu Larry Page.

São conhecidos por organizar festas por todo o país (Portugal). O projecto em ascensão partiu de dois jovens Anyfá e Sanger que dão a cara pela Badcompany "má vida", eles que são os responsáveis por aquecer várias noites de Lisboa e não só, causando por onde passam um enorme alvoroço, a chamada família da "má vida".

A chave do sucesso passa por fazer com que os clientes sintam-se em casa, tal como uma família.

Fiquem com o vídeo de uma das noites na discoteca Luanda em Lisboa - Portugal

segunda, 10 agosto 2015 18:13

Bazar Sisproject - roupa em 2ª mão

Por: Iraneth da Cruz

Aconteceu no passado dia 9 de Julho o “Bazar Sisproject", roupa em 2ª mão vintage” no hotel Sana Metropolitan, em Lisboa, um Workshop onde as peças de roupa tiveram descontos de 20 à 80%.
A iniciativa surge da vontade de três jovens apaixonadas por moda, nomedamente Sandra, Izilda e Sofia criam o Sisproject com intenção de venderem roupas de qualidade, porém usadas. “vendemos roupas para jovens e adultos excepto para crianças, não temos ainda muitas marcas e produtos masculinos, mas no próximo bazar pretendemos ter mais artigos masculinos”. - Disse Sandra.

A estrela do futebol Cristiano Ronaldo se disfarçou com óculos, barba e até uma barriga falsa para promover seus novos fones de ouvido, criados com a marca Beats by Dre e desenhados pela Monster.

O jogador foi até uma praça de Madri, onde fez dribles e brincou com uma bola de futebol junto aos pedestres, antes de se revelar para um garotinho – que ainda levou uma bola autografada para casa.

A ROC Live Life Loud, uma nova coleção de eletrônicos criados com Cristiano Ronaldo, inclui três modelos de fones de ouvido. “Tanto faz se você está cruzando o mundo em um jato como Ronaldo ou curtindo um momento relaxante, agora é possível ouvir cada nuance das músicas com um estilo único”, diz a divulgação da Monster.

Em novembro de 2013, o Snapchat recusou uma oferta de compra feita pelo Facebook no valor de 3 bilhões de dólares. O "não" foi visto pelo mercado como uma demonstração de arrogância: “Como uma empresa feita para adolescentes, que não lucra, pode virar as costas para a maior rede social de todas?”. E ficou ainda outra pergunta: Por que uma empresa sem lucros é capaz de valer tanto?

Dois anos depois, o Snapchat segue crescendo em usuários, porém em descompasso com os números financeiros. E ele não está sozinho nessa situação. O Instagram, WhatsApp e até mesmo o YouTube, quase um vovozinho da Internet, também seguem desafiando a lógica tradicional do mercado e gerando valor a partir de outros fatores.

Instagram

O mais famoso aplicativo de compatilhamento de fotos ganha milhares de adeptos a cada dia. Enquanto sua importância como ferramenta de interação social cresce, sua receita permanece irrelevante para o Facebook, que o comprou em 2012 por US$ 1 bilhão. O valor do “Insta” está na capacidade de manter o Facebook conectado ao público mais jovens, enquanto a plataforma principal segue com o público envelhecendo. Na época em que foi vendido, o app não gerava lucros. Em abril, a companhia deu início a uma nova fase nos negócios que incluiu a inserção de publicidade no feed dos usuários. Houve a melhora da plataforma de vídeos, em busca de uma fatia do orçamentos para a televisão. As campanhas estão sendo publicadas aos poucos, com a palavra “patrocinado” acima da imagem. Os usuários podem interagir e, segundo a companhia, as propagandas devem manter a “simplicidade, criatividade e os valores da comunidade”. Se dará certo, só o tempo dirá.

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Snapchat

O Snapchat continua sem gerar dinheiro, no entanto está avaliado hoje a US$ 10 bilhões, por ter se tornado a terceira rede social mais popular entre os jovens de 18 a 34 anos. Para ajudar nas receitas, o app passou a investir em conteúdo.

O primeiro passo foi lançar o Discover que dá espaço para grandes empresas de mídia divulgarem seu conteúdo pela plataforma. Participam da ação ESPN, CNN, Warner e National Geographic. Com isso, o Snapchat vai mudando sua natureza e passa a priorizar mensagens que ficam disponíveis para toda rede de contatos, não apenas privadas. Uma matéria do The Verge afirma que uma plataforma para anúncios poderia ser o elemento que falta para que o Snapchat comece a lucrar.

WhatsApp

O WhatsApp se apresenta um problema diferente dos outros aplicativos. Além de não gerar lucro, ele tem causado prejuízo ao Facebook. Mark Zuckerberg pagou US$ 22 bilhões pela plataforma de troca de mensagens, o maior valor pago em uma transação desse tipo.


Uma matéria do G1 apontou que as perdas do WhatsApp cresceram entre um ano e outro. Em 2013, o prejuízo da operação foi de US$ 59 milhões; em 2014, passou a US$ 232,2 milhões, aumento de 293%. Embora seja contra publicidade móvel, esse parece ser o melhor modelo de negócio do WhatsApp, já que o segmento aparece como o futuro da publicidade. Seria uma boa maneira de aproveitar a base de 1,35 bilhão de usuários.

De toda forma, Zuckerberg já declarou que não pretende faturar em curto prazo com o WhatsApp. Então, se ele não se importa, por que vamos nos preocupar, não é mesmo?

YouTube

Embora conte com a força do Google (do qual faz parte) para seguir atraindo mais de 1 bilhão de usuários por mês, o YouTube não é lucrativo como se imagina. Enquanto o Facebook gera U$ 12 bilhões, a receita da plataforma de vídeos em 2014 foi de U$ 4 bilhões, fruto basicamente de publicidade e do incentivo a grandes marcas para gastar mais com a área. No modelo de anúncios, a empresa só paga quando a propaganda é vista até o final.

Segundo o Wall Street Journal, a receita é usada para pagar pelo conteúdo e pelo equipamento que transmite os vídeos. O problema do YouTube está na dificuldade de ser visto pelo público como um site a ser visitado todos os dias e de expandir seu público para além de adolescentes e pré-adolescentes. A situação deve piorar com o Facebook e Twitter trabalhando para desenvolver suas plataformas de vídeo. O Twitter, por exemplo, está crescendo com o Periscope, que faz transmissões ao vivo. Em termos de conteúdo, o YouTube precisa encarar o fato de que concorrentes como Amazon.com e Netflix estão se consolidando.

 

 

O que significa a marca Alphabet - holding criado pelo Google para mandar nele mesmo - e todo o branding em torno dela? Na verdade, bem pouco.

Como ficam os valores e símbolos agregados ao nome "Google"? Praticamente os mesmos.

Se em outros casos de "rebrand" (quando uma marca troca de nome e logo) milhões estão em jogo e tudo é uma questão de novos produtos a vender, no caso do Google a notícia da criação do Alphabet, ainda que muito importante, é apenas um detalhe de negócios.

A nova empresa foi anunciada ontem (10). A novidade permitirá que os diversos negócios que o Google tem sejam geridos de forma independente. Na prática, o Google Inc. se transformará em Alphabet Inc.

Larry Page, criador do Google e agora CEO do Alphabet, explicou em um post em seu blog que a Alphabet não foi criada como marca de consumo, com produtos diretamente relacionados a ela. E nem veio para "substituir" o Google.

"O ponto principal é que as companhias da Alphabet terão independência para desenvolver as suas próprias marcas", escreveu Page.

Sua fala rebate algumas pessoas que já apareceram criticando a "marca ruim" por trás do nome Alphabet e se preocupando com "o fim do Google".

Page quis dizer, portanto, que provavelmente você nem escutará esse nome por aí.

O que continuará importante serão todas as outras empresas e marcas orbitando ao redor da Alphabet: Google, Sidewalk Labs, Google X, Life Sciences, entre outras.

Por que "Alphabet"?

"Nós gostamos do nome porque significa uma coleção de letras que representa a linguagem, uma das inovações mais importantes da humanidade. E é a base de como indexamos todas as buscas do Google!", disse Page.

Mesmo assim, pouco importa.

Segundo Mark Ritson, colunista da Marketing Week e especialista em marcas, à Business Insider, essa novidade é apenas um movimento chamado "arquitetura de marca".

Ele cita outros exemplos: Unilever, Diageo, LMVH. Todos grandes holdings, mas que são apenas palavras.

Quem diz se a marca é boa ou não e se os negócios vão bem ou não são as marcas internas.

Por exemplo: um consumidor pode citar, com paixão, dez marcas que ele consome. Mas poderá não saber que elas pertecem à Unilever.

Segundo ele, o que é importante não é a marca da "casa", mas as marcas que estão "dentro dessa casa".

Importância

Ainda assim, a Alphabet é a "notícia do ano, talvez da década" no mundo das marcas, segundo John Marshall, chefe da agência Lippincott, em entrevista à Business Insider.

"Ao criar Alphabet, o Google está contrariando uma tendência poderosa no mundo corporativo das marcas, de unificar diferentes produtos e negócios em torno de apenas uma única marca. Como é o caso de Apple, GE ou IBM. Essa iniciativa tem tudo a ver com as ambições do Google de sempre querer mudar as regras do jogo", explicou.

Especialistas ainda dizem que essa separação em várias marcas abrirá caminho para mais inovação e aquisição de novas marcas e empresas.


If You’re Reading This It’s Too Late, de Drake, tornou-se o primeiro álbum lançado em 2015 a vender um milhão de cópias nos Estados Unidos ao vender mais oito mil unidades na semana que terminou no dia 7 de agosto, segundo a Nielsen Music. O seu total acumulativo é de 1,007 milhão.

O álbum foi lançado no dia 12 de fevereiro e estreou na 1ª posição do Billboard 200.

Apesar dar marca, If You’re Reading This It’s Too Late é o segundo disco a chegar ao milhão em 2015. O primeiro foi 1989, de Taylor Swift, que foi lançado em 2014. 1989 vendeu 1,463 milhão em 2015 e 5,124 milhões no total.

Esse disco marca a quarta vez em que Drake chega a um milhão de cópias. Nothing Was The Same (lançado em 2013, vendeu 1,72 milhão), Take Care (2011; 2,26 milhões) e Thank Me Later (2010; 1,8 milhão).

Aplicativos e recursos de mensagens instantâneas são ágeis e convenientes, ótimos para falar com familiares e amigos. Agora, entretanto, as pessoas querem se comunicar da mesma maneira para falar sobre negócios ou manter contato com uma empresa, por exemplo.

Segundo o Facebook, mais de um bilhão de pessoas visitam páginas mensalmente à procura de mais informações sobre uma companhia empresa ou um segmento empresarial. Ligada nisso, a rede social criada por Mark Zuckerberg anunciou o lançamento de novos recursos para as páginas. São basicamente melhorias na maneira como o consumidor envia mensagens particulares para uma empresa ou negócio, além de novidades para os administradores da página gerenciar e responder às mensagens.

Enviar mensagens para uma Página a partir de anúncios locais

O novo botão call-to-action "envie uma mensagem" para os anúncios locais permite que as pessoas iniciem conversas particulares com páginas de empresas e negócios, a partir dos anúncios que aparecem no news feed, oferecendo uma maneira personalizada de se conectar diretamente a partir do anúncio.

Quando alguém clica no botão, a janela do Facebook Messenger se abrirá para que a pessoa escreva e envie a mensagem. Na caixa de entrada da página, a mensagem vem acompanhada de um anexo que mostra a partir de qual anúncio a pessoa partiu, e, uma vez iniciada a conversa, a empresa pode responder e acompanhar o andamento da conversa sempre que necessário.

Os profissionais de social media podem começar a usar o botão call-to-action "envie uma mensagem" criando um anúncio local e selecionando "envie uma mensagem" no campo "chamada para Ação".

Responder a comentários de maneira privada com uma mensagem

Até agora, administradores de páginas podiam apenas responder aos consumidores pelos mesmos meios que a pessoa utilizou para entrar em contato com a página, ou por comentário, ou por mensagem particular. Nas próximas semanas, os administradores das páginas poderão responder a comentários públicos com uma mensagem particular, ajudando-os a resolver solicitações particulares de maneira mais eficiente.

Para responder de maneira privada ao comentário de um cliente, o administrador da página pode clicar na nova opção "Mensagem", e uma conversa com o autor do comentário se abrirá. A mensagem da página inclui um link para o comentário do cliente para referência.

Quando uma empresa responde de maneira privada ao comentário, o comentário traz um aviso de que a empresa respondeu, assim, outros visitantes da página saberão que a empresa resolveu a questão.

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Para garantir que a experiência com mensagens tenha valor para as empresas e para os usuários, a rede social também criou recursos adicionais para ajudar as pessoas a gerenciarem suas mensagens, incluindo a opção de bloquear mensagem particulares de empresas.

Identificar Páginas responsivas

Da mesma maneira que as pessoas podem se conectar com empresas no Facebook por meio de mensagens, elas podem agora identificar páginas que são muito responsivas a mensagens privadas. As páginas que respondem 90% das mensagens e possuem um tempo médio de resposta de menos de 5 minutos, vão receber o selo de "Muito responsiva a mensagens" em seus perfis.

O índice de capacidade de resposta é dinâmico e calculado com base nos dados dos últimos sete dias. Todos os administradores de Páginas vão agora ver o seu índice de capacidade de resposta e o tempo médio de resposta nas "Informações da Página", mas, por enquanto, somente as páginas que atingirem o índice de 90% e menos de 5 minutos de resposta terão o selo público.

Gerenciar mensagens

Agora que pessoas e empresas têm mais maneiras de se conectarem, administradores de páginas precisam de recursos que os ajudem a gerenciar e responder a essas mensagens.

Para ajudar os administradores a responderem mais rapidamente às mensagens que chegam, eles podem agora criar e salvar respostas para perguntas comuns. Os administradores de páginas podem selecionar respostas salvas e enviá-las em um clique, tornando mais rápido e fácil responder aos clientes a partir de dispositivos móveis. Eles também têm a opção de editar respostas salvas antes de enviá-las.

O Facebook também atualizamos a Caixa de Entrada do administrador para facilitar o acompanhamento das mensagens. Os administradores agora podem realizar as seguintes ações em massa: arquivar, deletar, sinalizar e marcar como lida, não lida e spam.

Marvin Gaye III, filho do soulman Marvin Gaye, está se preparando para processar os criadores do seriado Empire, do canal Fox. Ele afirma ter tido a ideia para uma série muito parecida há alguns anos. Segundo o TMZ, Marvin Gaye III disse ter registrado um programa de televisão sobre uma família de negros no mundo da música ao Writers Guild of America em 2010.

O seriado de Gaye, chamado Diamonds & Ballads, supostamente foi oferecido a vários executivos da televisão, incluindo alguns com vínculos ao co-criador de Empire, Lee Daniels, que disse, no ano passado, que queria fazer uma “versão negra de Dynasty”. O outro co-criador de Empire, Danny Strong, citou Rei Lear, obra de William Shakespeare, como inspiração da série.

O advogado de Gaye afirmou ao TMZ que planeja entrar com uma ação contra Daniels, a Fox e outros. A ameaça judicial é a segunda da família Gaye desde a vitória contra Robin Thicke e Pharrell Williams.

No último fim de semana, Empire venceu o prêmio de Programa de TV do Ano no TCA Awards, em Beverly Hills.

terça, 11 agosto 2015 10:47

Sundar Pichai, o novo CEO do Google

O Google anunciou hoje uma grande reestruturação e reorganização de seus negócios. Larry Page, cofundador do Google, deixará o cargo de CEO. Quem assume o comando executivo da gigante da internet é Sundar Pichai.

Pichai era até agora o número dois no comando do Google. Enquanto Page focava em questões estratégicas, Pichai lidava diretamente com os diretores de cada área de produtos do Google.

No anúncio, Page escreveu que a escolha de Pichai como CEO é lógica. “É claro para nós e para nosso conselho que é hora de Sundar ser o próximo CEO do Google”, escreveu Page.

O engenheiro indiano liderava a área de buscas, pesquisas, a rede social Google+, mapas, comércio eletrônico e anúncios. Ele acumulou o comando dessas áreas em outubro do ano passado. Antes disso, ele já era responsável por Android, Chrome e desenvolvimento de aplicativos.

Pichai entrou na empresa em 2004 e ascendeu rapidamente na hierarquia. O primeiro grande cargo do engenheiro foi comandar a divisão do Android. Ele assumiu essa responsabilidade após a saída de Andy Rubin da empresa – Rubin, vale dizer, é o criado do Android.

O novo CEO do Google é famoso na empresa por sua educação e diplomacia. Ele seria uma espécie de intérprete de Larry Page. Relatos de funcionários à imprensa falavam sobre a impaciência de Page em reuniões – que em muitas vezes saia às pressas sem explicar o que queria de fato.

Cabia a Pichai comunicar aos diretores das áreas o real desejo do então CEO do Google. Pichai é caracterizado por colegas como uma pessoa com quem é fácil de trabalhar e que sabe incentivar sua equipe.

Mudanças

A reestruturação do Google foi anunciada hoje por Larry Page em um post no blog oficial da empresa. A empresa agora será subordinada a uma holding, chamada Alphabet.

Os dois fundadores do Google (Larry Page e Sergey Brin) irão para a Alphabet -- Page será o CEO. Todas as ações do Google virarão da Alphabet e serão comercializadas sob este nome.

“Fundamentalmente, acreditamos que isso nos permitirá administrar em escalas, permitindo que cuidemos de maneira independente de negócios que não são tão relacionados”, escreveu Larry Page.

São conhecidos por organizar festas por todo o país (Portugal). O projecto em ascensão partiu de dois jovens Anyfá e Sanger que dão a cara pela Badcompany "má vida", eles que são os responsáveis por aquecer várias noites de Lisboa e não só, causando por onde passam um enorme alvoroço, a chamada família da "má vida".

A chave do sucesso passa por fazer com que os clientes sintam-se em casa, tal como uma família.

Fiquem com o vídeo de uma das noites na discoteca Luanda em Lisboa - Portugal

segunda, 10 agosto 2015 18:13

Bazar Sisproject - roupa em 2ª mão

Por: Iraneth da Cruz

Aconteceu no passado dia 9 de Julho o “Bazar Sisproject", roupa em 2ª mão vintage” no hotel Sana Metropolitan, em Lisboa, um Workshop onde as peças de roupa tiveram descontos de 20 à 80%.
A iniciativa surge da vontade de três jovens apaixonadas por moda, nomedamente Sandra, Izilda e Sofia criam o Sisproject com intenção de venderem roupas de qualidade, porém usadas. “vendemos roupas para jovens e adultos excepto para crianças, não temos ainda muitas marcas e produtos masculinos, mas no próximo bazar pretendemos ter mais artigos masculinos”. - Disse Sandra.

A estrela do futebol Cristiano Ronaldo se disfarçou com óculos, barba e até uma barriga falsa para promover seus novos fones de ouvido, criados com a marca Beats by Dre e desenhados pela Monster.

O jogador foi até uma praça de Madri, onde fez dribles e brincou com uma bola de futebol junto aos pedestres, antes de se revelar para um garotinho – que ainda levou uma bola autografada para casa.

A ROC Live Life Loud, uma nova coleção de eletrônicos criados com Cristiano Ronaldo, inclui três modelos de fones de ouvido. “Tanto faz se você está cruzando o mundo em um jato como Ronaldo ou curtindo um momento relaxante, agora é possível ouvir cada nuance das músicas com um estilo único”, diz a divulgação da Monster.